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Quem sou eu
- Sandra Helena Queiróz Silva
- Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
segunda-feira, 6 de maio de 2019
ROUPAS ( Gibran Khalil)
Vossos trajes ocultam muito de vossa beleza,porém não escondem o que não é belo.
Embora procureis nos trajes a proteção libertadora de vossa intimidade,neles podeis encontrar arreios e cadeias.Pudésseis enfrentar o sol e o vento com mais epiderme e menos roupa:
Pois o sopro da vida está na luz do sol e a mão da vida está o vento.
Não esqueçais que a modéstia é um escudo contra o olhar do impuro.
E quando o impuro desaparecer,que será a decência senão um obstáculo e uma mancha na alma?
E não esqueçais que a terra se rejubila de sentir vossos pés desnudos e que os ventos anseiam por brincar com vosso cabelo.
sábado, 27 de abril de 2019
segunda-feira, 15 de abril de 2019
PALCO DA VIDA
No palco da vida
Quantos monólogos
Decoro
Falo
Aplaudo
Choro
Alegro-me
Neste palco
Sou espectador
Locutor
Uma voz
Somente fala
Escuto
Sinto
Nossa comunicação
É espiritual
Reflete no músculo
Vermelho com formato
De coração
Ele é o palco
Meus pensamentos
Correm
Brincam
Atuando tão forte
Sinto-me atriz deste
Palco flutuante
Troco de personagem
Em vários atos
Conhecendo cada figurante.
Quantos monólogos
Decoro
Falo
Aplaudo
Choro
Alegro-me
Neste palco
Sou espectador
Locutor
Uma voz
Somente fala
Escuto
Sinto
Nossa comunicação
É espiritual
Reflete no músculo
Vermelho com formato
De coração
Ele é o palco
Meus pensamentos
Correm
Brincam
Atuando tão forte
Sinto-me atriz deste
Palco flutuante
Troco de personagem
Em vários atos
Conhecendo cada figurante.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
O que é o Amor?
O que é o Amor? Um lapso temporal de um sentimento inacabado?
Ou seria algo que se instala, faz morada e não conseguimos cuidar?
Nas esferas cristalinas dos valores, num lugar onde as almas estão limpas dos odores das malícias. Sobrevoa um Amor de constantes alegrias, uma felicidade vestida de luz.
Bordam seus corpos com as linhas de ouro com pedras preciosas
Um festival de luzes que brilham ao fundo ou nos lugares que permanecem abraçados, um Amor puro e sem as decadências que nos deparamos em nosso mundo.
Ah! Este Amor não desce a Terra, porque os homens não conseguem ainda sentir.
Somente alguns gestos parecem ser o Amor... Mas, equivocados caem em desenganos.
O Amor não aprisiona, não mata, não desrespeita.
É tão sublime que não temos a noção nem aqui nem dentro do coração
Adquirimos um ego e um egoísmo capaz de afrontar o próprio Amor
O nosso e dos que estão ao lado
Sendo abstrato este sentimento queremos estimular.
Que seja pela caridade, ou em um simples olhar...
Gestos pequenos que por aqui dizem que é amar...
Ou seria algo que se instala, faz morada e não conseguimos cuidar?
Nas esferas cristalinas dos valores, num lugar onde as almas estão limpas dos odores das malícias. Sobrevoa um Amor de constantes alegrias, uma felicidade vestida de luz.
Bordam seus corpos com as linhas de ouro com pedras preciosas
Um festival de luzes que brilham ao fundo ou nos lugares que permanecem abraçados, um Amor puro e sem as decadências que nos deparamos em nosso mundo.
Ah! Este Amor não desce a Terra, porque os homens não conseguem ainda sentir.
Somente alguns gestos parecem ser o Amor... Mas, equivocados caem em desenganos.
O Amor não aprisiona, não mata, não desrespeita.
É tão sublime que não temos a noção nem aqui nem dentro do coração
Adquirimos um ego e um egoísmo capaz de afrontar o próprio Amor
O nosso e dos que estão ao lado
Sendo abstrato este sentimento queremos estimular.
Que seja pela caridade, ou em um simples olhar...
Gestos pequenos que por aqui dizem que é amar...
quinta-feira, 28 de março de 2019
AS CENAS QUE ENCENAS.
As cenas que encenas no meu monólogo desdobro em vários
atos.
As cortinas esvoaçam e não descem, pois não há plateia
Estamos tão a sós na penumbra do camarim
Recito palavras descentes e libertina
No palco do meu corpo, onde te abrigo nestes tempos
Sou atriz, meretriz e bailarina, a dançar nua
Enfeitiçando teus olhos que moram em mim
Neste monólogo a Lua se instala num canto
Brilhando nossos olhos por todas as cenas que encenas dentro de mim, sem fazer morada
Aos poucos as cortinas nãos mais voejam, teu vulto nu se
despede
Deixando meu corpo trêmulo do cansaço de nossos afagos
Desdobrando em acordes para um novo ato.
segunda-feira, 25 de março de 2019
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