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Quem sou eu
- Sandra Helena Queiróz Silva
- Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.
quarta-feira, 28 de março de 2012
O QUE PEDE O MEU CORAÇÃO
MEU CORAÇÃO,
PEDE QUE A VIDA SEJA PLENA E VIVIDA
QUE TODA ESCURIDÃO QUE SUFOCA A ALMA
SEJA REFLETIDA E SENTIDA EM CADA ORAÇÃO
EM CADA MÃO ESTENDIDA
QUE A CARIDADE NÃO SE ENCOLHA
ESCOLHA O MELHOR
PEDE QUE SEJA DE CORAÇÃO E HUMILDADE
EM CADA SORRISO DISTRIBUÍDO
OS OLHOS QUE LAGRIMEJANDO VOS PEDEM
SORRIA, EXTASIANDO DE TANTA ALEGRIA.
POIS É DANDO QUE SE RECEBE
SIGA SEM DESTINO, AO ENCONTRO.
DOS QUE ESTÃO EM DESATINO
PEDE O MEU CORAÇÃO
QUE A CADA AMIGO
SEJA BEM VINDO
DE CADA QUAL
TIRA-SE UM APRENDIZADO,
ESCOLA DA VIDA
O MUNDO NÃO PARA
A VIDA CONTINUA
OS AMIGOS SE VÃO
PARA LONGE...
PERTO...
OU VIRTUAL...
segunda-feira, 26 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
SUAVES CARÍCIAS
Acariciando meu corpo
Solto e leve
Plumas flutuantes
São nossos delírios
Suave carícia
Transborda os poros
De suor
De amor
De prazer
De alegria
São de carícias
suaves
Que precisamos
Harmoniza
Acalenta
Encanta
Dois corpos
encaixados
Suaves carícias
Pleno compasso
São delírios de amor
Beijos ardentes
Noites de Lua
No quarto a brilhar
quinta-feira, 8 de março de 2012
INCÓGNITA
Porque falas e não decifras
Deixou-me curiosa
Suas palavras já são lapidadas
Pouco importa que o passado
evidencie...
São lidas, em cantos,
sacadas...
Música ao fundo
Luz do abajur
Porque falas que não sei...
Que um dia talvez, saberei...
A idade te acalenta?
Os traços marcados o que
mostram?
São incógnitas indecifráveis?
São textos inacabados...
Somente sei que ao ler-te
Sou capaz de abreviar o tempo
Dissimular os anos
Complementando em versos
Um dia quem sabe
A linha do tempo rompe-se
A luz atenue
A vida floresça dos refolhos
deixados
Quem sabe por fazer...
Continuidade de um tempo
Que marcou presença na vinda
Porque da partida não posso
falar...
Surge daí a grande
INCOGNITA...
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
O mar da vida I
Da linha do tempo
O mar e sua brisa
Instala-se nas idades
Que o momento demarca
Na idade tenra
O mar balança
Suas ondas suaves
Com ventos propícios
Barulho de gaivotas
Ventos assoviam
Para ninar
Lá no mar
Vou nadar
Já sou capaz de driblar
A arrebentação
Os movimentos que derrubam
Demarcam um novo tempo
O tempo de descobertas
De um paraíso limpo
O mar da vida II
Sei do perigo
Armadilhas que contém
Sou marinheiro sem navio
Comandante sem tripulação
Neste barco da vida
Que o mar leva e nunca trás
Com a Lua a pratear
Namoro no aconchego da praia
Nas areis a esperar
Descalça a caminhar
De mãos dadas com a vida
Sem rima sem ruína
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