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Quem sou eu

- Sandra Helena Queiróz Silva
- Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
TRASNFORMAÇÃO
Corro sem destino
O mar me acalma,
Sinto em suas ondas,
A sincronia do mundo
Paro por uns minutos
Percebo que me esqueci
Da angústia que me oprimia
Meus anseios desvairados
Imediatista, talvez,
Mas desejava o imponderável
Incerto sabor de saber.
Mastigava palavras sem nexo
Formava frases desconexas
Somente pelo simples prazer.
Agora, o mar me retira
D'alma tal sofreguidão.
Retorna a calmaria,
Como um arco-íris
Anunciando novo tempo.
Tempo este que exprime
Novos sonhos, novas etapas.
Renovo-me como as ondas
Que a cada instante
Quebram-se na praia
São tão sucessivas e únicas.
Parecem alvas túnicas
Bailando sem música.
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
RESGATANDO-ME
Resgatando-me
Busco o incerto, o certo
Ocasiões de plena reflexão
Surge um poço repleto de sonhos
Feito cartola de mágico
Retiro fantasias
Ilusionismo diante dos olhos
Resgatando idéias
Misturadas ao rodo do cotidiano
Estou precisando e muito...
Daqueles períodos mais soltos...
Leves talvez...
Sinto-me tão pesada
É a mente, bem sei ...
Que chora calada
De ausências
Miudezas que guardo
Nestes resgates de emoções
Transborda feito calda de chocolate
Lambuzando-me
Num passado que não volta mais
Resgato imagens
Versos, quem sabe ...
Mãos entrelaçadas
No silêncio d'alma
Pessoa unica e capaz
Transformando a própria vida...
Ajustando botões
Apertando a cintura
soltando os quadris
Vestindo roupas adequadas
Para um sonho contemplado
Que chamo de Vida...
Do Agora e do Depois ...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Poema DA MENTE
Este poema diz muito sobre a atualidade: Poema DA MENTE
Affonso Romano de Sant`Anna
Há um presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mais que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Vai nos enganar eterna/mente.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
NÚCLEO D’ALMA
Núcleo d’alma invade meu ser, contendo à essência sublime do meu viver.
Nem os anos, nem o tempo romperá este núcleo de bagagens longínquas.
Atravessando tantos espaços disciplinando cada vinda... Ou partida...
Deste núcleo contém a natureza d’alma, beleza nata protegida pelo Além.
No centro das minhas atividades, vem às mensagens para ser distribuídas, divididas.
Entre tantos que tem a sede de aprender. Sou aprendiz de imensas vindas, no esquecimento de mim mesma.
No subconsciente volita sobre minha mente um Universo de total plenitude, onde o sol brilha com tanta intensidade, quanto à escuridão de remotos dias inunda e aflige evoluções primárias de um aprendizado sublime.
E neste núcleo da minha alma, que intensifico a comunicação continua para entender melhor o que cada qual em sua vinda merece ter ou perder.
Cujo processo de lapidação é igual o diamante.
Meu núcleo lapida e retira a cada dia um algoz da própria vida, para mais tarde enxergar seu brilho e reluzir aos que me cercam.
De cada núcleo conhecido, pouco sei do imenso e infinito universo contido em cada ser que convivo e conviverei.
São amostras de núcleos d’alma em suas dores, ilusões, enfim...
São exemplos que temos e não paramos para analisar o quanto em cada qual nos acrescenta ou nos faz rebaixar.
"Toda reflexão que leve o homem para fora do estreito círculo do seu egoísmo é saudável e boa para a alma, seja qual for o caminho pelo qual enverede essa reflexão. "
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
PESADAS CORRENTES
Quando penetrares no amago d’alma
Triunfarás diante do esplendoroso mistério
Guardado secretamente
Silenciando...
Dores, Amores, Luzes, Apagões.
Pesadas correntes
Contornando o corpo
Miseráveis ilusões
Chaves prenderam-se
Nos segredos das paixões
Enferrujam
Sem óleo nas engrenagens
Algum amor em evolução
Vertendo das veias
Pulsa e arrebenta as mordaças
Resplandecendo em plena
Escuridão
Não prendeis teu amor
Nas presilhas da ignorância
Sente o sabor
Alegria
Das rosas vermelhas
Nos jardins a florir
Em pleno gozo da vida acolhida
No chão de pétalas caídas
Perfumando dois corpos
Exalados num bosque
Nos embalos da canção
Ensaiando a mais bela sinfonia
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
EMBOSCADA
sábado, 7 de agosto de 2010
ARRUMANDO AS GAVETAS...

De frente para o mar escutando o marulhar com as gaivotas a cantar.
Meu silêncio era profundo mergulhei em minhas gavetas
Tão íntimas, que naquele momento notei,
Que estava despindo-me das amarras que nas gavetas escondia.
Arrumei algumas, outra mal tocou o mundo interior.
Impedindo-me de abri-las, para não machucar-me.
Ou melhor, abrir feridas adormecidas.
As vivências de uma vida que vivi, entre tantas armadilhas.
O profundo despertar d’alma era preciso no momento de encontro
Da beleza infinita da criação da natureza, entre ela o meu Eu.
Sintonizando a essência depreendida do momento em que arrumava minhas gavetas
Transmutando um passado que ficou preso, entre pequenos fios.
Atados em minhas fibras, feito gavetas escondidas.
Perderem-se no tempo as chaves, outras se abrem pelo próprio despertar da Vida.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
NO INSTANTE DE CADA ADEUS
Ligaram-me a este mundo
Com fios de linhas coloridas
Teceram em seda
Bordadas no livro da vida
Esperava o voo certo
Deslumbrando a liberdade
Para novos horizontes
Trazendo no esquecimento
O que hoje não recordo
Esforço-me a encontra-lo
Já esbarrei
Empurrei
Identifiquei
Sem notar o sentido
Do momento vivido
No instante de cada adeus
quinta-feira, 29 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
SÓTÃO
Quando criança existia em meus pensamentos
Um mistério que vinha de um sótão.
Ele ficava na casa da minha avó paterna.
A porta da entrada era curiosa
Tinha tramela e era cor de rosa.
Suas escadas estreitas e escuras.
A luz era acesa
Próximo da porta
Adentrava no sótão que era grande
Abria a janela para ver o que ali escondiam
Menina curiosa que era, ficava olhando
Em volta daquele enorme quarto
Arrumado, encerado.
Lá eram guardados, livros, chapéu, parte do vestuário,
Tinha cama, baú, cadeira, brincadeira, fantasia de carnaval
Na minha imaginação não entendia muito bem
Adentrava no sótão que era grande
Abria a janela para ver o que ali escondiam
Menina curiosa que era, ficava olhando
Em volta daquele enorme quarto
Arrumado, encerado.
Lá eram guardados, livros, chapéu, parte do vestuário,
Tinha cama, baú, cadeira, brincadeira, fantasia de carnaval
Na minha imaginação não entendia muito bem
Uma casa e um sótão
Era escondido e secreto.
Com o tempo descobri, que a maioria
Das casas da época abrigava um sótão.
Pensativa imaginei que no sótão
Chegamos mais perto das estrelas
Olhamos a lua refletida na janela.
Amaria alguém em plena primavera.
Faria dele um aconchego sem medo
Misturando luares
Amores, desejos e muitos segredos.
Era escondido e secreto.
Com o tempo descobri, que a maioria
Das casas da época abrigava um sótão.
Pensativa imaginei que no sótão
Chegamos mais perto das estrelas
Olhamos a lua refletida na janela.
Amaria alguém em plena primavera.
Faria dele um aconchego sem medo
Misturando luares
Amores, desejos e muitos segredos.
domingo, 11 de julho de 2010
EXPRESSO DA MENTE
Sempre além
Chego ao horizonte
Campos, bosques
Atravesso mares
Chego ao horizonte
Campos, bosques
Atravesso mares
rompendo o som
Dissipando a luz
Adentrando na imensidão
Viajo na constelação
Sorrisos soltos
Cantoria sublime
Concentração
Intuição
Um mundo sem enganos
Suspenso
Dissipando a luz
Adentrando na imensidão
Viajo na constelação
Sorrisos soltos
Cantoria sublime
Concentração
Intuição
Um mundo sem enganos
Suspenso
Mãos acolhedoras
Esperam na esfera cristalina
Dos valores
Sem dores
Esperam na esfera cristalina
Dos valores
Sem dores
Acolhimento de almas
Sintonizados em plena harmonia
Sem pensar ou lembrar
Do dia a dia.
Sintonizados em plena harmonia
Sem pensar ou lembrar
Do dia a dia.
Expresso da mente
Adormecendo
Adormecendo
Limpeza da áurea
Purificando a vida
Purificando a vida
Conquista perfeita
Corrigindo, agindo, prosperando
No preparo para próxima.
Vinda
Corrigindo, agindo, prosperando
No preparo para próxima.
Vinda
Que beleza
Assim seja.
Assim seja.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
MIRAGENS, VERTIGENS, DESCOBERTAS ÍNTIMAS.
Deserto
Ventos fortes propagam ao longe.
Formando miragens de Oasis nunca vistos.
Vertigens causam estas miragens do desconhecido
Vestindo túnicas na Imensidão
Areias flutuantes deslocam com tal rapidez
São movediças
Retorcem meus pensamentos
Descubro meu íntimo
Num deserto desconhecido
Encontros sublimes no sossego
Monges tibetanos enfeitam a noite
Reluzindo por onde passam
Trazendo mensagens de harmonia
Causaram-me impacto
Arremedos de um mundo invisível
Contudo, real, imenso,
Devaneios vividos
Muito pouco recordados
Com marcas nas chegadas
Finalizando adormecida
Um aprendizado sem escola.
Aprimoramento
Contendo significados
Que parece miragem
Muitas vezes vertigem
Descobrindo meu íntimo
Feito pelo invisível
Vindo de lugares bem vindos
Aprimorando meus sentidos
Mostrando-me que a miragem
É viagem ao desconhecido
Com efeitos colaterais muitas vezes sentidos
Para poder compreender o sentido
Desta descoberta existente em cada íntimo
Ventos fortes propagam ao longe.
Formando miragens de Oasis nunca vistos.
Vertigens causam estas miragens do desconhecido
Vestindo túnicas na Imensidão
Areias flutuantes deslocam com tal rapidez
São movediças
Retorcem meus pensamentos
Descubro meu íntimo
Num deserto desconhecido
Encontros sublimes no sossego
Monges tibetanos enfeitam a noite
Reluzindo por onde passam
Trazendo mensagens de harmonia
Causaram-me impacto
Arremedos de um mundo invisível
Contudo, real, imenso,
Devaneios vividos
Muito pouco recordados
Com marcas nas chegadas
Finalizando adormecida
Um aprendizado sem escola.
Aprimoramento
Contendo significados
Que parece miragem
Muitas vezes vertigem
Descobrindo meu íntimo
Feito pelo invisível
Vindo de lugares bem vindos
Aprimorando meus sentidos
Mostrando-me que a miragem
É viagem ao desconhecido
Com efeitos colaterais muitas vezes sentidos
Para poder compreender o sentido
Desta descoberta existente em cada íntimo
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
UM DESPERTAR NA IMENSIDÃO
Meu coração está solitário da dor sentida com a notícia da tua
partida.
Queria tanto estar presente, mas o tempo...
Contratempo do cotidiano engoliu os minutos
Deixou correr as horas e o aviso surgiu tarde demais.
Queria dizer-te que amizade igual a nossa é irmandade
Sem laços de sangue, contudo, unidos pelos laços do espírito.
Corremos juntas no Universo, distante em constantes idas e vindas
Em cada despertar de nossas vidas e encontros inesperados.
Surgimos como flor em um jardim com tantas flores distintas
Conseguindo misturar nossos perfumes a tantas outras.
A suavidade do aroma desprendido de nossos corações envolve-nos
aos corações doridos
Machucados pelos caminhos escarpados a nós destinados
Destinos que conduziram ao ápice da experiência.
Seguimos separadas e juntando o passado ao presente
Formou elos tão forte que a tua partida não rompeu nossa
ligação- coração
Simplesmente os laços do visível ao invisível.
Tua ausência será sempre a tua presença em meu silêncio.
Lembranças de uma amiga solidária e coração de mãe
Abrigando dentro d’alma a simplicidade do acolhimento sem hora
marcada.
Não direi adeus, somente que tua partida seja um reluz de
momentos de paz
Evolução primordial ao teu desenvolvimento espiritual.
Dedico muitos beijos de luz, a você minha eterna amiga
“Sandra Samira Cravo”. (03/06/2010)
"O que é belo não morre: transforma-se em outra beleza. “
sexta-feira, 7 de maio de 2010
PINTURA DE RENDAS E RETALHOS
O corpo seduz
Vestindo rendas
Aguçando
Teus olhos
Enlouqueces
Emudeces
Vindo de mansinho
Que nem menino
Curioso pra saber
O meu gosto
Cheiro
Desejo
Despertando
Nossos corpos
Explodindo anseios
Devaneios
Hoje
Tão ausente
Distante
Carregando as ilusões
Emoções vividas
Tornaram-se retalhos
Tão pequenos
Tal qual o dia
Em que percebi
Minhas curvas
Não eram as mesmas
A renda não evidenciava
O menino despertara
Aguçou
Outros desejos
Neste instante
Fica retratado em uma tela
Pintura de dois corpos
Entregues ao amor
De vários momentos
Pensando ser para sempre
Ofuscava nos olhos
Dos enamorados
Rasgaram-se as rendas
Transformaram-se em retalhos
Vestindo rendas
Aguçando
Teus olhos
Enlouqueces
Emudeces
Vindo de mansinho
Que nem menino
Curioso pra saber
O meu gosto
Cheiro
Desejo
Despertando
Nossos corpos
Explodindo anseios
Devaneios
Hoje
Tão ausente
Distante
Carregando as ilusões
Emoções vividas
Tornaram-se retalhos
Tão pequenos
Tal qual o dia
Em que percebi
Minhas curvas
Não eram as mesmas
A renda não evidenciava
O menino despertara
Aguçou
Outros desejos
Neste instante
Fica retratado em uma tela
Pintura de dois corpos
Entregues ao amor
De vários momentos
Pensando ser para sempre
Ofuscava nos olhos
Dos enamorados
Rasgaram-se as rendas
Transformaram-se em retalhos
segunda-feira, 19 de abril de 2010
SOMBRAS NAS LUZES
Luzes refletidas
Sombras projetadas
Obscuro lugar
Sensações delirantes
Oscilo no tempo
Suporto o peso
Dores sentidas
Entre luzes
Cercam, cegam
Mente consciente
Do que houve
Existe
São lembranças
Sombras
Pensar
Luzes que apagam
Surgem e ressurgem
Tons pálidos
Formas
Confundem
Destoa um presente
Esquecimento consciente
É a mão do Onipotente
Tocando minha alma
Muitas vezes da sombra
Submerge
Sob a luz radiante
segunda-feira, 22 de março de 2010
PIGMENTOS MULTICORES
Pigmentei meu corpo
Cobrindo as marcas
Feridas e cicatrizes acinzentadas
Com as cores vibrantes do arco-íris
Cura imediata
Para o caos do inconsciente
Transmutando além esfera
Que circunda meus pensamentos.
Êxtase eufórico
Sublimando paz
Neste corpo cansado,
Fadigado
Dos anseios retribuídos de alheios,
Mesclando com os meus.
Pigmentos multicores
Nos cantos brilham
Na escuridão sombria d’alma sofrida
Dos conflitos gerados
Conseqüência da maldade
Violando o direito do respeito;
Picharei
Os muros
Minhas paredes internas.
Destruindo
A palidez escurecida
Da insanidade
Onde muitos caminham
Destoando da Humanidade
Cobrindo as marcas
Feridas e cicatrizes acinzentadas
Com as cores vibrantes do arco-íris
Cura imediata
Para o caos do inconsciente
Transmutando além esfera
Que circunda meus pensamentos.
Êxtase eufórico
Sublimando paz
Neste corpo cansado,
Fadigado
Dos anseios retribuídos de alheios,
Mesclando com os meus.
Pigmentos multicores
Nos cantos brilham
Na escuridão sombria d’alma sofrida
Dos conflitos gerados
Conseqüência da maldade
Violando o direito do respeito;
Picharei
Os muros
Minhas paredes internas.
Destruindo
A palidez escurecida
Da insanidade
Onde muitos caminham
Destoando da Humanidade
quarta-feira, 3 de março de 2010
RUMO AO NADA... RUMO A TUDO...
Concha do mar
Ouvidos alertas
Escutando o marulhar
Fecho os olhos
Navego em alto mar
Seguro firme o leme
Sigo rumo ao nada...
Rumo a tudo...
Navegando
Nos sonhos percorridos
No sossego do meu silêncio
Sou marujo desta embarcação
Velejando sobre ondas
Descortinando o azul
Um bailar de cores
Sinto-me uma aquarela marinha
Percorro milhas
Encontro ilhas
Atraco
Caminho, encontro
Sentando em rochas negras
Um reluzir humano
Humano centralizado
Nas convicções do Bem
Indaga o porquê...
O que estão a fazer...
Em suma...
Isolado
Tenta viajar distância
Navega tanto quanto...
Deste encontro
Em cada semblante
Um espelho sem reflexo
Apenas, uma viagem
De dois navegadores
Rumo ao nada...
Rumo a tudo...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
ECLIPSE DO AMOR

Sou a única forma de te encontrar
Em períodos tão longos
Na busca do nosso amor.
Um amor igual à Lua e o Sol
Com isso criaram o eclipse
Um momento em que ficam frente a frente
Olhando um para outro
Em soluços de adeus
Tão pouco
Muito intenso
Quando olharem
Para o céu
Em dias de eclipse total
É a fusão do encontro
Deste grande amor
Entre o desconhecido
Na imensidão do Universo
Quando os olhos são vedados
Curiosamente colocam meios
Espiando este lindo encontro
De arrepiar os pelos
Delirando a alma
Em pleno acordo
Com o momento avistado.
Quantos amores vivem
De eclipses de amor
Relampejam
Em distantes caminhos
Trazendo a saudade
Atalhos estreitos
Difícil de trilhar
Encontram um meio
Tornam-se uma mistura homogênea
Entre dois corpos
Duas almas sentindo a fusão
Misturando paixão
Adoçando com amor
Num instante tão raro
Quanto o eclipse do amor.
Amantes fugindo
No desespero
Ânsia de um novo encontro
Nos atalhos escolhidos
Em nome da plenitude
Encontram-se na amplidão
Da forma mais precisa
No eclipse do amor
Flechando o coração.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
BOSQUE DA SABEDORIA(" Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos. “) Pitágoras
Fui conduzida para um grande lago cercado por gigantescas árvores, com um imenso silêncio de vozes.
Sobressaindo o canto da natureza.
O sossego do lugar transformou minha mente
A espera do significado do modo tão intenso da minha visão.
Aos poucos comecei a enxergar muito mais além.
Atmosfera suave e limpa formava círculos.
Desloquei-me do local o qual fui conduzida. Começando a grande exploração do lugar.
Atravessei o lago, chegando ao outro lado da margem encontrei crianças brincando monitoradas por jovens.
Debaixo de algumas árvores, sentadas em círculos escutavam histórias, aprendendo e tirando suas dúvidas com os mais sábios, orientando-os para uma longa viagem de ilusão.
Contudo, aprendiam a colocar na prática sua visão teórica das aulas ministradas no Bosque da Sabedoria.
Iniciariam no estágio aprimoramento, formando centenas de grupos com destino certo. Destes grupos iriam formar uma nova Era.
Em suas bagagens muitos dons, tornando-se prodígios no novo mundo que habitariam tendo como a arte, cultura, ciência, humanismo... Uma bandeira de grande progresso.
Causando um espanto e alegria aos olhos dos que previam esta nova fase.
A fase de renovação no âmbito cultural, enraizando segmentos fundamentados na essência do Ser.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
ACORDES E MELODIAS
Luz do abajur
Lençóis espalhados
Dois corpos adormecidos
De tanto bailar nas emoções
Atrelados ao corpo
Unidos espiritualmente
Envolvem-se em laços
Do amor a união
Cúmplices desta caminhada
Mãos soltas
Amizade agarrada
Acordam em sintonia
Beijos, carinhos de pura alegria
Bordam nuances
Aromatizam o ambiente
Formam elos fortes
Aprimoram o convívio
No vai e vem do cotidiano
Durante o dia saudades
Depois à noite, intimidade
Adormecendo nos braços
Da felicidade
Lençóis espalhados
Dois corpos adormecidos
De tanto bailar nas emoções
Atrelados ao corpo
Unidos espiritualmente
Envolvem-se em laços
Do amor a união
Cúmplices desta caminhada
Mãos soltas
Amizade agarrada
Acordam em sintonia
Beijos, carinhos de pura alegria
Bordam nuances
Aromatizam o ambiente
Formam elos fortes
Aprimoram o convívio
No vai e vem do cotidiano
Durante o dia saudades
Depois à noite, intimidade
Adormecendo nos braços
Da felicidade
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
SILÊNCIO I,II,III,IV
SILÊNCIO I
No romper de luzes
Matizes e arabescos
Bordando o céu de lilás
No meu silêncio
Silencio em momentos de paz
Minha natureza de ser quieta
Sossegada num canto qualquer
Que tenha luz e muita paz
No silêncio a escrita faz morada
No papel vai surgindo poesia
No silêncio mora minha alma
SILÊNCIO II
Neste outro silêncio
Silencio momentos de vida
Foram surpresas que ativaram
Meu mundo constante de elevação
Para não sucumbir
O que queriam de mim
Deixei em silêncio
Dentro do peito
Diante de um punhal gravado
Minha bela oração
De esperança
Fé e comunhão
SILÊNCIO III
Diante de tanto silêncio
Silenciou corações perversos
Visualizando as luzes
Que contornam meu Ser
Harmonia palavra-chave
Derrubando os olhos de maldade
Não fui derrubada
Os arcanjos em sinfonia
Derramaram sobre mim
A elevação em pleno dia
Fui elevada
SILÊNCIO IV
Termino meu silêncio a descrição
De momentos que vivo
Interiorizei-me diante de tudo
Capacitei minha alma e áurea
Feito vaga-lume, iluminando
Vagando muitas vezes em plena escuridão
Consciente das luzes que em volta
Contornam o invólucro denso e pesado
Que carrego sobre minhas costas
Não deixo em silêncio de agradecer
Ao Pai da Criação
UM FEIXE DE LUZ
Adormecia meus sentidos
Fiquei perplexa, sem medo
Esperando o desfeche dos calafrios
Pensei,
São bons, ruins
Enfim...
Sou um canal... Canalizei o que estava por vir.
Sentei, orei
Esperando a mensagem surgir.
Idéias brotavam, sumiam.
Ao mesmo tempo refletia sobre o gelo que sentia
Fitei ao longe, muito longe...
Entendendo o grande frio do momento
O calor não fez parte de um elo perdido, suspenso no abismo
Sentia o frio dos sentimentos esquecidos
Repartidos em ganância, sentimentos destrutivos e maldosos
O calor do meu pensamento foi imediatista
Do gelo proporcionado ao ambiente
Conseguindo tirar aos poucos
O desespero, tornando-o um aconchego
Da angústia um breve alívio
Da grande tristeza, imensas saudades
Recomecei novamente, com a mente flutuando em flores
Banhadas em bálsamos de amor
Guiada por feixe de luzes
No final duas almas aquecidas
Entorpecidas, do encontro inesperado
São os murmúrios da alma
Clamando, chorando
Por mãos-escada, tirando-lhes dos abismos
Que em vida não enxergavam
sábado, 13 de fevereiro de 2010
NESTA DATA
Há alguns anos vi tua partida.
Partindo tão rápido, sem ter tempo para um adeus.
Deus nos poupou das despedidas e fez da tua partida uma data jamais esquecida.
Quando partistes das angústias vividas, liberta da túnica humana
Seguistes viagem ao longe...
A esfera cristalina dos valores esperavam tua chegada.
Brindaram com taças balsâmicas, banharam teu corpo retirando das entranhas
O que nele trazias.
Adormecestes refazendo tuas energias.
Bem sei do conforto que hoje sentes,trabalhando,ajudando e praticando a caridade,
Bandeira única que carregava por onde passavas.
Sua trajetória, como é boa lembrar.
Desta irmã amiga, sem limites de dar amor, fazer a caridade, mostrar e ensinar a verdade.
Mas, o destino rompeu elos, desatou nós.
Unidas estamos, mas, o véu do mistério não me deixa ver. Apenas sentir.
Queria neste momento lhe dar um abraço, um beijo, mas o faço em forma de pensamento,sei que sentes também.
Sinto teu calor a me rondar, tuas mãos a me afagar, teu perfume exalas
Quando me encontro em solidão.
Sou tua parte neste mundo que pisastes que partistes,mas que deixastes SAUDADES.
Foto: minha irmã Thereza (in memoriam 13/02/2022)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
VEM...
Afaga meus cabelos
Deixarei soltos
Sentirás a maciez
Toca-me
Vem...
Neste desatino
Enlouquece minha pele
Sussurra em meus ouvidos
Palavras descentes
Indecentes
Torno-me uma estrela cadente
Vem...
Desbravaremos o Universo
Farei lindos versos
Deitada lado a lado
Descortinando a beleza
Deste mundo encantado
Vem...
Ficar perto
Diminui a distancia
Dominadora da saudade
Sufocando meus gemidos
Desata os nós
Que carrego em meus sentidos
Vem...
Leva-me contigo
Faça-me teu abrigo
Da forma desejada
Liberta este querer
Rompendo elos
Por favor
Vem...
Meu amor
Meu amor
CASULOS DE AMOR
Rumo ao teu coração
Viajo nas tuas mãos
Embalamos este amor
Em plena sedução
Os relógios param
Por vários minutos
Acelera o ritmo em compassos
Bem marcados
Esta magia paira no ar
O meu corpo é tua morada
Abriga teu corpo no meu
Somos casulos de amor
Presos ao fio da vida
No ato consumado
Transformados em borboletas
Voamos ao paraíso
Vôos livres e libertos
De amor repleto
Viajo nas tuas mãos
Embalamos este amor
Em plena sedução
Os relógios param
Por vários minutos
Acelera o ritmo em compassos
Bem marcados
Esta magia paira no ar
O meu corpo é tua morada
Abriga teu corpo no meu
Somos casulos de amor
Presos ao fio da vida
No ato consumado
Transformados em borboletas
Voamos ao paraíso
Vôos livres e libertos
De amor repleto
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
CARNAVAL... SÓ EU SEI...
Não pensem que é para dançar marchinhas
Nem desfilar nas grandes Escolas de Samba
Falo dos meus hormônios foliões
Não imaginava que seria esta folia em meu corpo
Suo da mesma forma
Caso fosse madrinha de bateria
Um calor de verão cobrindo meu rosto
Suando as mãos
Nas costas o calor sua até a nuca
Escutei muito falar da tal Menopausa
Nossa queria uma pausa
É de tirar o fôlego de tanto abanar
Todos os dias faz ensaio na minha quadra
O reboliço é grande
Veio em uma época propícia
Sem fantasia
Sem cerveja
No ritmo frenético de um samba cadente
Na mão um leque
Um corpo ardente
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Musica Tibetana Budista - Happiness Is - por Singer Yungchen Lhamo
Yungchen o nome foi dado a ela por um lama tibetano quando ela era um bebê e traduz como "Deusa da Melody e Canção"
O CHAMADO
Escuto um canto, vem de longe.
Minha mente sossega, transportando-me a uma distancia não definida.
As vozes suaves, melodia de anjos, arcanjos
Acompanhada de tantos, o som vibra das tigelas e sinos tibetanos
A música levita... Meu corpo segue junto, pois tudo na Terra pulsa e tem vida
Em plena meditação dos adeptos, energizados por mãos e vozes
Afagadoras de carinho escutam as aflições da alma
Curam a partir do momento que recebo os fluídos magnéticos da Grande Esfera
Na minha direção crianças volitam a brincar, seguram em minhas mãos
Ajudando-me a retirar o peso carnal
Volitando começo a descobrir a beleza do mundo que me cerca
Possibilitando minha escrita.
Este mundo é cercado de luzes, vozes, alegria, harmonia muita paz
Um encontro inesperado vindo ao longe, em um segundo sentando ao meu lado
Começa uma longa conversa de conselhos, aprendizado
Estou sentada ao lado de um Lama
Seguindo trilhas, plantando sorrisos, curando feridas abertas, estacando hemorragias de tantas vidas trazidas.
Falou-me baixinho: Quando meditas o teu Ser transmuta a linha do ser e do saber.
É um elo que desprende permanecendo solto, seguro por linhas divisórias protegidas pela gravidade estabilizadora da mente consciente em trabalho contínuo
Contínuo tem que ser para evoluir
Estagnada é referencial de águas paradas.
Quem consegue viajar além corpo, vislumbram aldeias, grupos, vilas enfim...
Acolhida serás nas andanças do caminho oculto. Prestando serviço gratuito aos homens pobres de luz, ricos de humildade. Teu caminhar passa por vários estágios.
O escrever é momentâneo, não vem de ti
São conduzidas por becos, alamedas, veredas tomadas por incertas linhas, escadas galgadas, outras despencadas na missão da tua bagagem trazida.
É um estrangeiro por onde passares, muitos entenderam a tua língua, outros muito pouco escutaram
Teu caminhar não para aqui, você é um mensageiro do Universo que cada qual quer expor por tuas mãos, alojando no coração o perfume de cada alma.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O TEMPO SENHOR DA VERDADE
Um terreno
Uma casa
Terra fértil
Dividida em partes
Cada qual com seu lugar predestinado
Com flores
Animais
Frutas
Lazer
Vida tranquila
Morando com a Natureza
Vizinhos
Flora e Fauna
Fim de tarde
A beleza cerca
O lindo lugar
Medito
Diante do que avistava
Pensei no tempo
Frase que escuto
Escutei
O tempo é senhor
Da verdade
Verdade
O lugar comparado
Mostra o significado
Da frase
O espaço demarcado
Dividido ao meio
Plantando de um lado
Espinhos
Do outro lado
Árvores frutíferas
Esperando o tempo
Certo para colher
Entendi a comparação feita
O senhor da verdade
Sendo o tempo
A plantação tem que ter
Seu tempo
Colher frutos
O lado oposto
Improdutivo
Entremeados
De espinhos
Ferindo
Gravando
Muitas vezes
Sangrando
Perdendo o precioso
Tempo de colher.
Uma casa
Terra fértil
Dividida em partes
Cada qual com seu lugar predestinado
Com flores
Animais
Frutas
Lazer
Vida tranquila
Morando com a Natureza
Vizinhos
Flora e Fauna
Fim de tarde
A beleza cerca
O lindo lugar
Medito
Diante do que avistava
Pensei no tempo
Frase que escuto
Escutei
O tempo é senhor
Da verdade
Verdade
O lugar comparado
Mostra o significado
Da frase
O espaço demarcado
Dividido ao meio
Plantando de um lado
Espinhos
Do outro lado
Árvores frutíferas
Esperando o tempo
Certo para colher
Entendi a comparação feita
O senhor da verdade
Sendo o tempo
A plantação tem que ter
Seu tempo
Colher frutos
O lado oposto
Improdutivo
Entremeados
De espinhos
Ferindo
Gravando
Muitas vezes
Sangrando
Perdendo o precioso
Tempo de colher.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
LABIRINTO
A vida é um labirinto
Quantos corredores
Saídas erradas
Tentativas constantes
Acertos
Labirinto de espelhos
Escuros
Luzes
Onde está a saída?
Perdidos
Quantos estão
Estará
Está
Labirintos complicados
Dificuldades
Para enxergar
Soluçando
Labirinto
Vou ao encontro
Do meu interior
Entrando
Saindo
Confuso
Deste meu mundo
Intensa
Sedenta
Encontrei a saída
Hoje sei o que é
Viver a vida
Quantos corredores
Saídas erradas
Tentativas constantes
Acertos
Labirinto de espelhos
Escuros
Luzes
Onde está a saída?
Perdidos
Quantos estão
Estará
Está
Labirintos complicados
Dificuldades
Para enxergar
Soluçando
Labirinto
Vou ao encontro
Do meu interior
Entrando
Saindo
Confuso
Deste meu mundo
Intensa
Sedenta
Encontrei a saída
Hoje sei o que é
Viver a vida
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
FLOR DO AMOR
Há uma flor
Com nome de Amor
Amor no silêncio
Jardins
Florescendo
Nos quintais
Quem dera
Esta flor
Trocando de lugar
Sendo o verdadeiro
Amor (ilusão)
A flor
Chama-se
Amor - perfeito
Este que julgamos
Conhecer
Este que machuca
Arde
Consome
Em noites
De amor
Dor
Ao amor machucado
Cura
Ao esperado
Coração sorridente
Ao amor-próprio
Um grande espelho
Enfim
Ao amor Irmandade
Todos unidos em prol
De igualdade
Com nome de Amor
Amor no silêncio
Jardins
Florescendo
Nos quintais
Quem dera
Esta flor
Trocando de lugar
Sendo o verdadeiro
Amor (ilusão)
A flor
Chama-se
Amor - perfeito
Este que julgamos
Conhecer
Este que machuca
Arde
Consome
Em noites
De amor
Dor
Ao amor machucado
Cura
Ao esperado
Coração sorridente
Ao amor-próprio
Um grande espelho
Enfim
Ao amor Irmandade
Todos unidos em prol
De igualdade
sábado, 23 de janeiro de 2010
ESCOLHAS DO CORAÇÃO
Crescer significa mudar e mudar envolve riscos,
Uma passagem do conhecido para o desconhecido.
Situações visíveis aos olhos humanos, mas, não compreendido.
Faltam respostas, diante de inúmeras perguntas...
Certifico-me que só um homem, atingiu a plena satisfação
Do Criador.
Tornou-se carne e jamais violou os mandamentos
Trazidos em sua bagagem terrena.
Não desperdiçou com coisas banais.
Mostrou e mostra ao mundo a capacidade única
De sermos melhores
Viver de ilusões continuamente sem base
É não ter alicerce para a fusão grandiosa do Grande Amor.
Segue as escolhas do coração
Somos espelhos de nós mesmos
Sem reflexo dos outros
Nosso crescimento depende unicamente de nós
Viajamos sozinhos... Para um despertar
Partiremos sozinhos... Ao grande mundo a espelhar
Nossos reflexos brilharão em águas cristalinas
Ou evasivas de tantas vidas
Mal vividas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
MUDO SURDO E CEGO
Calar-se é dom de poucos.
Calar-se diante da injustiça
Deceparam a língua
Soltar a voz em Verbos
Preferível ser surdo
Quantos surdos ouvem
Quantos mudos falam
Quantos que escutam
Fazem ser surdos
Quantos que falam
Deveriam ficar mudos
A cegueira é um estado
De ver o mundo às escuras
O verdadeiro portador
De cegueira enxerga
Luz na escuridão
Os olhos para alguns são
Cobiça
Inveja
Maledicência
O mudo
O surdo
O cego
Transcende a decência
De um mundo
Com displicência
Calar-se diante da injustiça
Deceparam a língua
Soltar a voz em Verbos
Preferível ser surdo
Quantos surdos ouvem
Quantos mudos falam
Quantos que escutam
Fazem ser surdos
Quantos que falam
Deveriam ficar mudos
A cegueira é um estado
De ver o mundo às escuras
O verdadeiro portador
De cegueira enxerga
Luz na escuridão
Os olhos para alguns são
Cobiça
Inveja
Maledicência
O mudo
O surdo
O cego
Transcende a decência
De um mundo
Com displicência
sábado, 16 de janeiro de 2010
O PERFUME DE SÂNDALO
No silêncio
Concentrada
Exala um perfume
De sândalo
Identifico
Sinto que o cheiro é familiar
Meus olhos
Enchem-se de luz
Ao perceber que tal cheiro
Era característico de
Minha irmã carnal.
Pertenceu a Ordem
Rosa Cruz
Mística
A esfera que circundava
Era leve e suave
Flutuei como pluma
Emergi na suavidade
Do perfume que trazia
Entrelaçamos pensamentos
Somos elos unidos, cujo
Véu que cobre os olhos
É premissa ou
Desvendado a medida
Em que haja uma
Evolução mútua.
De Irmandade
Concentrada
Exala um perfume
De sândalo
Identifico
Sinto que o cheiro é familiar
Meus olhos
Enchem-se de luz
Ao perceber que tal cheiro
Era característico de
Minha irmã carnal.
Pertenceu a Ordem
Rosa Cruz
Mística
A esfera que circundava
Era leve e suave
Flutuei como pluma
Emergi na suavidade
Do perfume que trazia
Entrelaçamos pensamentos
Somos elos unidos, cujo
Véu que cobre os olhos
É premissa ou
Desvendado a medida
Em que haja uma
Evolução mútua.
De Irmandade
DESENTRANHAR
Com respostas
Hoje vou
Desentranhar.
Amarguras
Torturas
Em minha mente
No peito entranhado
Insistem em ficar.
Abriga coração
Alegrias
Sacode
As tristezas
Que na vida foi
Causada
Com destreza.
Assopra
Varre
Das minhas
Entranhas este
Mal que muitas vezes
Teima
Em desobedecer.
Sai destas
Entranhas
Todo mal
Que me aflige
Hoje há
De desentranhar
Nas respostas
Que obtive.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
TEIAS
És capaz
De
Tecer uma teia?
Prendendo
Sufocando
Nos fios
Entremeia
As aranhas tecem
Alimentando-se
As pessoas
Tecem para
Afastar-se.
As grandes teias
São que
Nem
Cobreiro brabo
Não adianta
Cortar a cabeça
Nem o rabo.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
POETAS E POETISAS
Nas fibras do peito
Na raiz que transmuta
No escrever
É o poeta.
Triste
Alegre
Sofredor
Capaz de tocar corações
E transpor a sua dor.
Em linhas
Prosas
Sonetos
Poesias.
Na esfera que rodeia
tua senda infinita.
Sonhador
Apaixonado
Desiludido
Conquistador
Quantos adjetivos
são expressos em
diversas formas de
segredos contidos
na mão de um escritor.
Aquele que se torna um
livro aberto em códigos.
Decifrando a alma e as
emoções em
poesias e canções.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
SONHO IMPOSSÍVEL
Coração acelera
Num compasso sem fim.
São teus beijos
sufocando meu sentido
na madrugada em
clarinada no jardim.
Sugo a seiva tão
singela de beleza a
expandir-se em luzes e
sombras de dois
corpos tão afins.
Simulo o sonho e
torno realidade.
Vivendo um pouco
mais a fantasia escondida,
conduzindo meus pensamentos
ao encontro dos teus.
Sou apenas uma sonhadora.
Na busca deste sonho
a magia do encontro
transforma meu ser
neste querer.
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