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Quem sou eu
- Sandra Helena Queiróz Silva
- Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
TRASNFORMAÇÃO
Corro sem destino
O mar me acalma,
Sinto em suas ondas,
A sincronia do mundo
Paro por uns minutos
Percebo que me esqueci
Da angústia que me oprimia
Meus anseios desvairados
Imediatista, talvez,
Mas desejava o imponderável
Incerto sabor de saber.
Mastigava palavras sem nexo
Formava frases desconexas
Somente pelo simples prazer.
Agora, o mar me retira
D'alma tal sofreguidão.
Retorna a calmaria,
Como um arco-íris
Anunciando novo tempo.
Tempo este que exprime
Novos sonhos, novas etapas.
Renovo-me como as ondas
Que a cada instante
Quebram-se na praia
São tão sucessivas e únicas.
Parecem alvas túnicas
Bailando sem música.
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
RESGATANDO-ME
Resgatando-me
Busco o incerto, o certo
Ocasiões de plena reflexão
Surge um poço repleto de sonhos
Feito cartola de mágico
Retiro fantasias
Ilusionismo diante dos olhos
Resgatando idéias
Misturadas ao rodo do cotidiano
Estou precisando e muito...
Daqueles períodos mais soltos...
Leves talvez...
Sinto-me tão pesada
É a mente, bem sei ...
Que chora calada
De ausências
Miudezas que guardo
Nestes resgates de emoções
Transborda feito calda de chocolate
Lambuzando-me
Num passado que não volta mais
Resgato imagens
Versos, quem sabe ...
Mãos entrelaçadas
No silêncio d'alma
Pessoa unica e capaz
Transformando a própria vida...
Ajustando botões
Apertando a cintura
soltando os quadris
Vestindo roupas adequadas
Para um sonho contemplado
Que chamo de Vida...
Do Agora e do Depois ...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Poema DA MENTE
Este poema diz muito sobre a atualidade: Poema DA MENTE
Affonso Romano de Sant`Anna
Há um presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mais que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Vai nos enganar eterna/mente.
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