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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Num jardim de flores sem aroma



O jardim das esperanças foi devastado
O amor se perde em demasia sofrendo um colapso
Num deserto de desenganos
Flutua além do permitido cravado de espinhos
Abraçando a rosa desfolhando-a em prantos
Respinga na terra gotículas de sangue de seu padecer
Atribulado com seus desatinos
Desmaia pedindo abrigo
Sente o colo da amada num término de dor
Calam-se diante do momento
É o amor fenecendo na forma inaugural
Despedida sem alcances
Num jardim de flores sem aromas
Uma afeição veneno exalando de seu corpo
Uma mutação de cores
Dilaceração de muitos amores...


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