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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Depressão, depressa, devagar, calma...



Há monstros criando asas na imaginação dos que sofrem com a depressão.
Depressa eles começam a correr pelos corredores, instalando-se em paredes mofadas atormentadas pelas correntes que carregam.
Devagar vão surgindo, o peso da cabeça pesa mais que o próprio corpo.
Desequilibrando os pensamentos, falta de sossego, agonia, outras formas de desespero calado e sofrido.
As noites são intermináveis, o dia sem graça e vazio. O ambiente repleto de pessoas, mas a vida não sorri, não agita, nem anima... Sente falta não sei do que, o dia amanhece chato e sem graça.
São dias, meses e até anos lutando contra si, carregando pensamentos que frustraram suas perspectivas de vida, sonhos, amores, vidas que se foram.
As lembranças debruçam em sua janela interior fechando com cadeado onde a chave mal sabe onde as colocou. E vai seguindo por labirintos com ajuda, sem ajuda, medicamentos, ou simplesmente a deriva da própria sorte, para um dia quem sabe acordar e sentir a calmaria.
Calma, acalma a tua vida. Coloca as engrenagens para funcionar, devagar sem pressa, mas coloque-as.
São em pequenos passos que aprendemos a nos equilibrar, a sentir que somos únicos no Universo. Somos feixes que podem iluminar como apagar com qualquer forma de vida que escolhemos. Que sejamos luzes em noites escuras, iluminemos as passarelas das vidas que precisam de nós. Durante o dia que esta luz também sobressaia. Mas, que brote do farol dos sentimentos mais puros que carregamos. Na calmaria dos dias, as tormentas do passado, não há mais morada. Edifica a tua vida no despertar do teu EU. Neste habitar teu momento acontece, a vida floresce, e o que achavas que iria terminar, retorna com força e luz, paz e harmonia, fé e oração, porque depressa ou devagar tudo volta a ter calma.