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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Salve o povo das matas


Guerreiro de Luz

Nas matas reluz
Uma flecha de luz
Com o arco na mão
O guerreiro conduz

Sou guerreiro
Orixá lutador
Venço as batalhas
Protejo as matas
Ilumino meus filhos
Com a força da luz divina
Protegendo-os das
Forças malignas

Em êxtase
Conduzo a flecha
Lanço com o arco
Energias purificadoras
No ambiente com água
Da nascente

O caminho é percorrido
Sobre rios
Cascatas
Cachoeiras
Em plena mata
O guerreiro obstinado
Lança seu grito
Ecoado

Sou da tribo das matas
Que desata com a força
De um índio
Trago paz
Sabedoria
Aos que necessitam
De um guia

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O que eu faço amanhã


Reflexos de um passado

Os reflexos do sol
Deixavam um rastro de luminosidade
Nos teus lindos cabelos claros
Senti o amor sufocar ao te ver
Sentada apreciando a beleza do entardecer
Sorri para a vida e ela me sorriu também
Os teus traços de menina clareava o nosso passado
Que o tempo demarcou e nos fez regressar
Aos momentos do presente
 Quando a desilusão foi carregada em nosso peito.
Na incerteza de cada adeus
Não preenchia a lacuna dos espaços
Que nos deleitamos em lindos campos
O carinho ainda transbordava em meu olhar
Mesclando o que foi, o que não tive e quem sabe...
O que nunca terei.
Na saudade deste momento, levarei comigo.
Somente a luminosidade do teu semblante
Do teu olhar
Do calor de teu corpo
Os delírios de noites enluaradas
Somente o que faltou
Foi o amor que implorei de ti.
Recebi as migalhas, mas sobrevivi.