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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A PAZ


OS REFOLHOS D'ALMA

 
Sobressaltado de alegrias 
Cai nas armadilhas, emboscada de sentimentos.
Vivenciando vidas inacabadas
Senti nos refolhos d'alma
Ecoei um grito de socorro ao Divino
Luzes se armaram na minha direção
Túnicas brancas bailavam e flutuavam
Sobre meu corpo debilitado
Amargurado com chagas de paixão
Que mundo estupido e deprimente experimentei
Que vida sem alma, vivi sem dar de mim.
O que me foi entregue como tarefa
Amparado por imensa fraternidade
Fui conduzindo para um aprimoramento
Recebi tratamento, conduzindo a esfera Maior.
Não sou mais dor, melancolia, dessabor.
Estou limpo das impurezas, sou esperança.
De voltar a viver num mundo melhor
Envolto pela bondade, humildade.
Voltarei em prol do bem, da caridade.
Minha tarefa é construir um esboço de vida
Muito além da que vivi realmente mais digna.
 


terça-feira, 21 de agosto de 2012

LUCIDEZ


A Lua refletindo seu brilho nas ondas do mar
Bordado prateado, alegoria natural.
Lucidez de obra divina
Enredo de embalos de ninar
Entre as estrelas a brincar
Vislumbro com este magnifico reluzir
Sou a lucidez do olhar
Fitando o brilho enfeitiçando a noite
Meus cabelos voam com a brisa
O frescor da aragem permite reviver momentos
Lembrar-se das alegrias, vividas e sonhadas.
São castelos que se constroem com o tempo...
 Petrifica em areias na beira mar
Lucidez de construção sem alicerce
A espera de uma onda a quebrar
Derrubando a cegueira e lucidez
Num abismo de enganos...



sábado, 4 de agosto de 2012

DO QUE VEM O POETAR SENÃO...

Parando em frente do espelho, não vejo o que fui apenas o que lapidei, para tantas jornadas que espero que me aguarde... Algo que acabarei vou concretizar...
Hoje bem sei que diante do meu antigo e amigo fiel lápis, vou traçar um esboço da minha, da nossa escrita.
Juntaremos pensamentos, canalizaremos os fluídos de laços que ligam e interligam nossas mãos e nosso trilhar sobre pontes sem cairmos no vazio.
Sabemos o significado da expressão e da vontade de expressar em papel, no silêncio de um canto qualquer, no momento presente nos deixa desvendar neste papel branco e alvo o que ficará tingido, com formas e símbolos traduzindo o espelho do invisível através de pequenos feixes transpassando ao pequeno e silencioso lugar que me encontro.
Formarão linhas e desta leitura tirarei o proveito de sentir o bem estar, do mesclar de vidas.
Do sussurro em meus ouvidos, da nítida visão do contexto exposto do que devo ou não conduzir, em versos, poemas ou poesias.
Virei para tocar sentimentos tal flauta acompanhada de uma harpa ao som de mais pura beleza não vista, apreciada aos que sabem ler pensamentos e viver em harmonia.
 Na simplicidade de sentir a vibração do Universo, girar sobre a mente dos que tentam poetar e iludir o sentimento mais terno e promissor o próprio Amor.
Não falarei de Amor, sentirei o tocar, o falar, o agir. Desta forma, conduz o ser mais propenso ao equilíbrio encontrando no outro o momento de plenitude e êxtase da própria vontade de ser amado e dar amor.
Mesmo que os que te ferem atinjam o teu ponto fraco, desta forma sinta o valor de estar aberto ao mundo interior e deixar a tua luz brilhar ao ponto de ofuscar os que te cegam. Os que tentam jogar-te do maior abismo, onde você muitas vezes participa para tal fato, ajudando-o a ser empurrado sem saber o porquê.
Olhai para cima e vereis cair lágrimas de luz aos teus pés, pedindo-te:
Rogai pela tua beleza interior, se hoje não sabes por onde andas...
Estais correndo por atalhos deixando de seguir o caminho da tua verdade e dos teus pés firmes iguais um caminhante, sem destino aguardando as veredas da vida.
Elevai as tuas mãos e agradece cada momento, é deste momento que sentirás as dádivas e bênçãos diante de tantos que sofrem e agradecem pelo crescimento interior e são capazes de sorrir.
Onde está o teu sorriso, abraço, aperto de mão.
Aplica esta receita as tuas feridas e as chagas dos que padecem, sem um dia ver o socorro de tuas mãos. Somente ajude e siga adiante.