Páginas

Quem sou eu

Minha foto
Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quarta-feira, 28 de março de 2012

HOJE EU VOU MUDAR


O QUE PEDE O MEU CORAÇÃO


MEU CORAÇÃO,
PEDE QUE A VIDA SEJA PLENA E VIVIDA
QUE TODA ESCURIDÃO QUE SUFOCA A ALMA
SEJA REFLETIDA E SENTIDA EM CADA ORAÇÃO
EM CADA MÃO ESTENDIDA
QUE A CARIDADE NÃO SE ENCOLHA
ESCOLHA O MELHOR
PEDE QUE SEJA DE CORAÇÃO E HUMILDADE

EM CADA SORRISO DESTRIBUIDO
OS OLHOS QUE LAGRIMEJANDO VOS PEDEM
SORRIA, EXTASIANDO DE TANTA ALEGRIA.
POIS É DANDO QUE SE RECEBE
SIGA SEM DESTINO, AO ENCONTRO.
DOS QUE ESTÃO EM DESATINO

PEDE O MEU CORAÇÃO
QUE A CADA AMIGO
SEJA BEM VINDO
DE CADA QUAL
TIRA-SE UM APRENDIZADO,
ESCOLA DA VIDA
O MUNDO NÃO PARA
A VIDA CONTINUA
OS AMIGOS SE VÃO
PARA LONGE...
PERTO...
OU VIRTUAL...




terça-feira, 20 de março de 2012

PEREGRINAÇÃO Em dueto Sandra Helena Queiróz Silva e Afonso Prates da Silva


                         
Sou peregrino de caminhos/ Com fé e convicção
Sendas que construo/ Num trajeto árduo
Moradas diversas/ Pousadas flutuantes
Em planetas secundários/ Cosmogonia
Surjo com a luz e deito-me/ Nas ondas
Nas brumas de mares profundos/ Renovo minha fé.

Peregrino pelos montes sagrados/ Invocando aos céus
Colinas e abismos / Perigos constantes
Colocando um feixe de luzes / Clareando o trajeto
Nos cantos escuros por onde passo... / Acompanhado por Deus.

Sou peregrino / Convicto
De peregrinações continuas / E sucessivas
Sou à busca da perfeição de espírito / De luz
A suave brisa da intuição / Abre minha mente
Andarilhos de esconderijos temporários / E sutis
Abrigo de corações feridos / Sofrimento de uma vida
Angustias d’alma / Espíritos em conflitos
Consolo e oração / Alívio da mente
Sou peregrino / Sou corajoso
Amigo e irmão / Em todas as horas.




segunda-feira, 19 de março de 2012

ESPELHO DA VIDA Em dueto Afonso Prates da Silva / Sandra Helena Queiróz Silva

Vi no reflexo do aço / O espelho da vida
Vi amarguras e felicidades / Refletindo na minha retina
Vi o tempo passar / Correndo por minhas fibras
Vi passar as águas de um rio / Carregando minha angústia
Vi que jamais voltarão / Feito sorriso de menina

Vi olhares lindos / De crianças nascendo
Vi olhares de uma juventude / Descobrindo o amor
Vi que o tempo marcou / Etapas vividas
Vi olhares modificarem-se / É o olhar da própria vida
Vi a esperança / Em cada ano que ressurge
Vi um lampejo de luz / Clareando lugares escuros

Vi o começo da vida / Nas estrelas no céu
Vi seu final / Na eclipse da Lua
Vi o renascer do dia / Nascendo o Sol
Vi crescer a felicidade / Na paisagem sublime
Vi a vida como ela é / Tela pintada por Deus
Vi o amor eterno / Guiando-me pelos caminhos...



quarta-feira, 14 de março de 2012

O VENENO DO ÓDIO EM DUETO ATANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ


PEREGRINAÇÃO



Sou peregrino de caminhos
Sendas que construo
Moradas diversas
Em planetas secundários
Surjo com a luz e deito-me
Nas brumas de mares profundos

Peregrino pelos montes sagrados
Colinas e abismos
Colocando um feixe de luzes
Nos cantos escuros por onde passo...

Sou peregrino
De peregrinações continuas
Sou à busca da perfeição de espírito
A suave brisa da intuição
Andarilhos de esconderijos temporários
Abrigo de corações feridos
Angustias d’alma
Consolo e oração
Sou peregrino
Amigo e irmão

sábado, 10 de março de 2012

Oswaldo Montenegro - Metade


SUAVES CARÍCIAS

Este roçar de mãos
Acariciando meu corpo
Solto e leve
Plumas flutuantes
São nossos delírios

Suave carícia
Transborda os poros
De suor
De amor
De prazer
De alegria

São de carícias suaves
Que precisamos
Harmoniza
Acalenta
Encanta

Dois corpos encaixados
Suaves carícias
Pleno compasso
São delírios de amor
Beijos ardentes
Noites de Lua
No quarto a brilhar


quinta-feira, 8 de março de 2012

“Adiós Nonino”, Astor Piazzolla.


INCÓGNITA




Porque falas e não decifras
Deixou-me curiosa
Suas palavras já são lapidadas
Pouco importa que o passado evidencie...
São lidas, em cantos, sacadas...
Música ao fundo
Luz do abajur

Porque falas que não sei...
Que um dia talvez, saberei...
A idade te acalenta?
Os traços marcados o que mostram?
São incógnitas indecifráveis?
São textos inacabados...
Somente sei que ao ler-te
Sou capaz de abreviar o tempo
Dissimular os anos
Complementando em versos

Um dia quem sabe
A linha do tempo rompe-se
A luz atenue
A vida floresça dos refolhos deixados
Quem sabe por fazer...
Continuidade de um tempo
Que marcou presença na vinda
Porque da partida não posso falar...


Surge daí a grande INCOGNITA...