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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Poema ao sol – Em dueto Atanazio Lameira e Sandra Queiróz


Astro rei, cravado no céu / No seio do Universo. 

Brilha mesmo que os homens não queiram/ Nada ofusca seu brilho

Ilumina/ Almas vazias

Esquenta/ Corações congelados

Alimenta / Os sonhos inacabados

Seus raios são de cores variadas/ Vermelho escarlate

Seu calor é incontestável / Aquece as emoções

Observa calado/ A rotina dos homens

Lá está ele / Seu trono ninguém desbanca

Sempre ele/ O astro Rei 

Todos os dias/ Brilha como ninguém

Querer chegar próximo do rei / Seja humilde

Não é tarefa fácil / Os homens não são capazes

Muitos tentaram / Mas a sombra impediu

Mas ele continua intocável/ Quantos tantos aqui também 

São armas / Desprovidas de balas 

São defesas naturais que ele contém / Antídoto contra invasores

O homem imagina / Mas não é capaz

Mas não tem certeza sobre ele/ Sabe que é rei, brilha e queima 

Procuram entendê-lo/ Copiá-lo talvez. 

Mas ele continua sendo um astro / Desta nossa Constelação

Cheio de enigmas/ Indecifráveis

Cheio de mistérios / Ainda não descobertos

Quanto calor/ Abrasa os dias frios 

Quanta beleza/ No romper da aurora

Doce presença/ Edifica o dia

Doce criança/ Que aconchega estações

Diga lá onde passas à noite? Espiando a Lua

Diga onde quer brincar?Nos recantos divinos

Estou aqui / Preciso do teu calor 

Pobre de mim / Aquece minhas entranhas

Estou aqui embaixo, sob o sol/ Escaldado de alegria.

Vibro com ele/ Em plena sintonia 

Sei quem é ele / Em dias fadigados

Por outro lado não o conheço/ Pertencemos à natureza 

Mas compartilho com ele todos os dias/ A alegria de seu brilho

Despede-se humildemente / Devagar ao poente

Quando nesse belíssimo momento / Eclode do outro lado

Aparece a lua/ Fazendo um poema, com os poetas encalorados.



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