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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A MORTE PARA TODOS - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ

Eu não vejo necessidade / É tão simples
 De tanta babaquice / Gente hipócrita
 Por parte de algumas pessoas / Que fazem questão
 Não resta alternativa / Comportam-se desta forma
 Senão a morte para todos / Ou quem sabe... Para alguns
 Com esta certeza / Fato
 Já nos faz refletir tanta coisa / Somos nada 
Não é mesmo? / Concordo
 Existe gente por ai / Dizendo que faz a caridade
 Que não fala / Humilha
Com uma pessoa se ela for pobre / Sem status
Colocando a posição social / Esta é convicção dos homens
Acima de qualquer coisa / Achar que não existe o amanhã...
Não importa caráter / O que vale é mostrar
 Honestidade / Sem valorizar
Se tiver uma boa conta bancária / Olha o Ter
Tudo certo / Combina com minha babaquice
Pode ser um grande canalha / Gente boa
 Mesmo assim se leva para a casa / Faz honrarias
  Oferece-lhe bolinhos com café / Ou caviar, será que dá...
 Com direito a sala / Sem pagar
 Família reunida / Sem felicidade 
Olhando a figura / Atípica
Como se fosse um animal no zoológico / Enjaulado em uma sala

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