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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ENTÃO É NATAL


DESEJO AOS AMIGOS, FAMILIARES AOS QUE VISITAM ESTE BLOG UM NATAL CHEIO DE LUZ, ALEGRIAS E NÃO ESQUEÇAM DE OLHAR O PRÓXIMO NA SUA CAMINHADA DIÁRIA. SE ACHAMOS QUE TEMOS PROBLEMAS OLHEMOS PARA OS LADOS QUE OS NOSSOS SE TRONAM TÃO ÍNFIMOS QUE FICAREMOS COM VERGONHA DE RECLAMAR DIARIAMENTE.. VAMOS DAR AS MÃOS, MÃOS DE CARIDADE.
VAMOS VASCULHAR AS GAVETAS DO EGOÍSMO E PENSAR:



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Garras de mulher - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Entre nuvens surgiste num olhar esfuziante / Olhos de cristal
Meu coração parou por um instante / Morri de amor
O corpo tremeu, arrepiou / Naquele instante
Fui alvo fácil mesmo distante / Subi aos céus


Aproximaste nem perguntaste quem eu era / Ou sabia...
Apenas se apropriasse de tudo / Roubou meus sentidos
Inerte fiquei somente observando / O bailar de teu corpo
Nada falei permaneci mudo / Meu silêncio falou


Algo aconteceu assim / Como nuvem passageira
Roubando tudo de mim / Que tanto temia
Forças não tive para reclamar / Queria amar
Morto fiquei a vagar / Naveguei no mar dos noctâmbulos


Não sabia ao certo quem eras / De onde surgiu
Desse planeta ou outro qualquer / Da esfera cristalina de valores
Sua força era inevitável / Cravou em mim
Suas garras eram de mulher / Presa me tornei

Criação dos anjos - Em Dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Meu amor por ti / Esbanja felicidade
Consome a vitamina diária / Rejuvenesce a alma
Abre os poros de minha pele / Exalando aroma de sândalo
Facção libertária / Criação dos anjos


Meu amor por ti / Vai além 
Revela o mais íntimo segredo / Do querer e do prazer
Fotografa o momento / De um romance
Causa-me medo / Te perder


Meu amor por ti / É amor além da vida
Reinventa um estado eterno / Para não morrer em desespero
Viaja nas cores do arco-íris / Repousa no calor do teu corpo
Arrepia no inverno / Em temperaturas elevadas


Meu amor por ti / Não morre
Mostra-se evidente / O quanto te quero
Além da praia / Surge nas quatro estações
Do sol sorridente / Ardendo em nossos corações

Lilás - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Ser poeta é ficar noites em claro / Devaneios
É enxergar o céu / Sem luneta
Num carrossel de estrelas / Saltitando nos planetas


Ser poeta é sentir dor / Sem ter dor
Andar sozinho / Em pensamentos
Pisar em espinho / Colhendo rosas


Ser poeta é navegar / Sobre ondas
Num mar profundo / Velejando Ilusões
E ser pobre no mundo / Na imensidão


Ser poeta é avistar ao longe / Plenitude de imagens
Aquela pessoa / Miragem
Que nos faz sorrir a toa / Nos embalos da maré


Ser poeta é querer a paz / Instalando-se no coração
É deixar o orgulho para trás / Abraçar a vida
É viver na cor lilás / Em tonalidades vivas

Queixa e dores - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Vem mais próximo sinta / Minhas mãos
O que é envelhecer / É perceber o tempo 
Pode ser melhor / Permanecer jovial
Do que possa parecer / A própria idade cronológica


Vem mais próximo ouça / Quero confidenciar
Os apelos / Reverenciando os teus lábios
As queixas / Que calei
As dores / Carregadas nas entranhas


Não custa muito/ Ouça
Apenas um minuto / Será gratificante
Dê atenção/ Ao meu suplicio
Sincera / Como sempre foi


Não tenha vergonha / Abrace-me
Exponha / As tuas dores também
Fale um pouco de si / Talvez de nós
Do perdão / Que negamos


Não perca muito tempo / Este tempo não espera
Com coisas abstratas / Cheio de rodeios
Eles (nossos velhos) são reais / Com suas queixas e dores

Eira e beira - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Atrás de seus olhos / Há cegueira
Há uma cachoeira / Não é discortinada
Cheia de goteira /  Escorre desgovernada


Atrás de seus olhos / Há mentiras
Há uma vida inteira / Sendo engolida
Sorte verdadeira / Vem sem pressa


Atrás de seus olhos / Surge uma dúvida
Mora uma bandeira / Nunca erguida
Bilro de rendeira / Tradição esquecida


Atrás de seus olhos / Mora um perigo
Flecha certeira / Nas mentiras contadas
Alvo madeira / Língua decepada


Atrás de seus olhos / Há um mistério
Descobri eira / Sem beira
E beira / Sem eira

sábado, 17 de dezembro de 2011

Rio de meus sonhos - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Quando cruzei o rio de meus sonhos / Perdi o chão
me deparei com um amor impossível / Dos meus sonhos acordei
uma rosa cravada de espinhos / Perfumada exalava
uma natureza incompreensível / Jamais imaginei


Quando cruzei o caminho de volta / Percebi
me encontrei em perigo / O caminho cheio de espinho
desprovido de abrigo / Me perdi
alguém em castigo / Preso ao destino


Quando se perde um amor / A vida se esvai
se vai ao fundo / Emerge
se implora a volta / O orgulho flutua em véus
órfão está no mundo / Sem o amor que criei


O corpo não responde o comando / Pensamentos desordenardos
coração vai dilacerando / sangrando
a morte ronda anunciando / A morte de amor sentido
o manto vem abraçando / O meu pranto

O criador se mostra nas ondas do mar - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz




A tarde fica suspensa no ar. / As cores formam arabescos no céu
O horizonte marca o fim do dia. / A lua nasce 
O sol se esconde deixando a maravilha de seus reflexos no mar / Um laranja avermelhado
O barco segue aproveitando a corrente a mercê de suas velas / Some no horizonte


O amor se refaz. A canção nos conforta./ Embalados pelo marulhar 
A dose mais forte da paixão nos desperta para a vida./ Olhos enaltecem com a paisagem
A natureza graciosa nos trás beleza e fé. / Harmonia e o nosso amor transforma
O criador se mostra no vento e nas ondas do mar. / E na beleza que discortino agora

O Espinho e a Mão - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Eu chorei na calçada / Cravaram meu peito
E as lágrimas se foram / Caíndo aos poucos


Eu limpei minha face / Do orgulho retido
Não deixei marcas /  Disfarce do medo


Eu procurei entender meu sentimento / Tudo  tão fugaz
Não dividi com ninguém / Prendi nas fibras do coração


Eu achei o caminho / Rompendo atalhos
Colocando a mão no espinho / Abri meu caminho

Apocalipse e Recomeço - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



As nuvens passam no céu / São flocos brancos a vagar
Nossos pensamentos / Flutuam juntos
Até algo ruim findará  / Num alvorecer lindo


O tempo se encarregará do esquecimento / Adormecido ao vento
Não há sofrimento infinito / Rompem-se nas esferas do amanhã...
Sempre haverá um dia lindo com sol na janela / Refletindo esperança


O algoz não poderá reinar para sempre / Serão engolidos pela beleza
Chegará o fim da odisséia / Os planetas irão eclodir
Uma espécie de apocalipse /  Surgirá 


o ciclo se fechará / O sol dissipará a atmosfera
como mostrará a sábia natureza / Num reluzir de furía
outro tempo virá com ele o recomeço / De uma era sublime

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SUBLIME TEMPO



Quero sempre ter a capacidade de amar
Viver plenamente os momentos
Renascer de situações já vividas
Há este sublime tempo
Que aconchega o vazio d'alma
Na amplidão dos sentidos
Quero sempre ser capaz
De não contar os minutos,
Simplesmente vive-los

Não pedir...
Para tempo...

Quero deixar fluir os anos
Na rapidez de um cometa
Agradecer por tudo e muito mais
Esquecer as arranhaduras
Enxergar o sublime, a fé
Esperança, de estar aqui

Meditando em harmonia e sintonia
Firmadas na própria existência
Ressurgir de tempestades
A bonança instalando-se aos poucos
Aparece um lindo arco íris
Sou sobrevivente do passado
Dos momentos intermináveis
Que terminaram, sobrevivi

Porque na vida temos escolhas
E a minha, é acreditar em Deus.

Feitiço na lua - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Há uma magia em seus olhos / Hipnotiza
Seus cabelos cor de fogo / Vibram matizes
Sua beleza veio assombrar minha vida / Fantasmas de pensamentos


Não há como mudar / Esta forma de feitiço
Não há caminho a seguir / Romperam as barreiras


Há feitiço na rua / Por onde passo
Há feitiço na lua / Refletindo você


Recordo o sol / Aquecendo o Universo
Sua pele bronzeada e macia / Meu olhar a seguir


Sinto um cheiro que vem / Da brisa benfazeja
Na calada da noite / Suspiros de amor


Sei que me queres / Da forma que te quero
Sei que me amas / Em noites de luar


Ao mesmo tempo / Fico pensante
Não sei se este poema / Vai agradar
Fará alguma diferença / Entre as nossas diferenças


Esquecer de mim  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Não serei nada / Simples tormento
Nem um balão / Posso ser
 Que sobe aos céus / Deslumbrando o infinito
Se não houver / Você ao meu lado
 tua mão em meu ombro / Caminhando juntos

Não cultivarei nada / Plantação de espinhos
Nem uma planta sequer / Surgirá
Se não houver / Teu afago
 O teu sorriso / Sou mendigo de ti

Não contemplarei nada / Nem o ceú estrelado
Nem a lua cheia / Prateada fletida no oceano
 Nem o mar / Nem a brisa leve
Se por acaso / No ocaso
esqueceres de mim / Colisão de sentimentos

Admiração sem fim  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Admiro sua alegria nestes dias frios / Aqueces meus dias
Admiro seu bom humor / Sorriso solto no ar
 E o requinte / De nossa noite
 Que empresta a minha vida / Doação de coração
Admiro seu jeito / Simples e sereno
De usar as palavras / Brincando com as letras
 De forma doce / Açucarando minha leitura
Admiro sua risada / Vibra feito harpa
De minhas piadas sem graça / Admiração sem fim


Admiro seu corpo / Exalando perfume suave
 E seu bem estar / De ficar aqui
Admiro seu gesto / Suaves e gentis
 A se despedir / Sem adeus
Admiro tudo em você / Nos mínimos detalhes
Admiro até / O que nunca senti
 O que não sou / Torno a ser
 Capaz de observar / Púpilas dilatadas



Loucura de amor  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Eu não fujo de mim / Viajo em pensamentos
Apesar de ser fugitivo de ti / Aproximo meu olhar


Não sei o que sou / Apenas um apaixonado
Na loucura desse amor / Há devaneios


Já explodi pontes / Atravessei os sete mares
Morri entre pedras / Flutei nas águas


Me acovardei / mentido as verdades
Me prendi / São teus encantos


Não soube me soltar / Entrelacei os sentimentos
Não soube voar / Encolhi minhas asas


Não desejo sair /  Daqui nem de ti
Nem quero cair / Somente nos teus braços


Ainda quero esse amor / Sentir o calor
Com todo dissabor / Em loucuras de amor

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

DÓ, RÉ, MI..... Em dueto Afonso Prates da Silva e Sandra Queiróz


i muito a verdade /i também a mentira
Resignação alivia o ser / Ressurge a bondade
Mito de uma lembrança / Migalhas do passado
Falência do amor / bulas e contos
Solitário como a sombra/ Solto qual vento
Lateja no âmago /grimas escorrem
Silêncio da alma. /Silhuetas soltas

Dominar o dominante,/Domínio feito
Requisitar o seu lugar,/ Refúgio d’alma
Minimizar o desespero / Minúscula dor
Fadado ao tempo / Fascínio ressurgindo
Soltar as amarras / Soletrar a vida
grimas de sangue / Lamaçal vertente
Sigilo da vida./ Silêncio emergindo


SOLIDÃO - Em Dueto Afonso Prates da Silva e Sandra Helena Queiróz Silva


Entrou pela porta / Aquietou-se
Na mansão do tempo / Das incertezas que sinto
Criando raízes / Profundas e fortes
Deixando amarguras /Arranhaduras no peito

Infligindo normas / Impondo leis
Quebrando paradigmas / Verdadeiro enigma
Espezinhando a dor / Dores espezinhadas
Marcando o sofrimento / De um amor fugaz.

Rapidamente saia / Não volte jamais
Da vida alegremente / Essência sublime
Deixando rastros / Que espalhei
De infinitas lembranças/ Desta minha solidão

O SABOR DE UMA SAUDADE - Em Dueto Sandra Queiróz e Afonso Prates da Silva



Quem atreveria dizer/ Uma só palavra

Que sabor tem a saudade../ Inesquecível

Será salgada / Talvez 

Amarga / Provável

Doce / Como a vida

Saborosa / Como um néctar 

Somente sei / Que compreendi

Que o aroma /  Forma-se

Exala / E propaga-se

Fragrâncias / De flores

Suaves / E agradável

Fortes / Embriagadora

Marcantes /  Como o tempo

Fugaz / Como o ar que respiro 

Esta saudade.../ Que consola

Adormece o peito / Sofrido

Deixando sabor / Amenizado

De quero mais / Por favor

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

SOMOS TODOS IRMÃOS - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ



Todos como irmãos / Devemos unir nossas forças
Cada um procurando viver uma vida / De forma digna, natural
Alicerçada na paz e no amor / Estimulo único para harmonia
Tendo compaixão pelos filhos / Acolhendo no aconchego no peito
 – sabendo criá-los / Por um mundo melhor
Sob a égide da generosidade / De gestos humanos
Da solidariedade / Da mão estendida 
 Do respeito pelo ser humano / Ver o verdadeiro Ser
Viver em busca de um ideal / Sem máscaras
- lutando por ele / Por um ideal
Com as “armas” justas / Lealdade e honestidade
Sem qualquer subterfúgio fraudulento / Para não ser um camaleão...

A PROCURA DO NADA - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ


Se todos tivessem sensibilidade / De procurar algo
  Soubessem viver com harmonia / E deixar o outro viver também
 Nossa sociedade seria muito melhor / Sem os vícios que temos hoje
 Não houvesse tanta ganância / Um olhar mais fraternal
 As pessoas pudessem viver / Sem tantas mentiras
Sem estarem sobressaltadas / Por modismo
Pensando que vai acontecer algo ruim / Poderá...
 Um padrão de vida mais simples / Preferência pelo útil
 Sem ostentação./ Largar o fútil 
Alguns podem pensar que tudo isto é utópico / Algo lúdico
 E que jamais acontecerá na prática / Mude seus atos 
Não posso aceitar todo este conflito / Que a humanidade sofre
 Deixando o ser humano / Egoísta
Cada vez mais afastado dele mesmo / Próximo de um vácuo
 Numa procura incessante / Por ele mesmo
 De coisa nenhuma / Ou de qualquer coisa...

PORTO SEGURO - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ


Se você encontrar alguém / Olhe nos olhos
 Que lhe peça ajuda / Ajude
Estenda a mão / Deixe atracar o seu barco
Ofereça seu porto seguro / Lance ancora
Aquela fortaleza / Que é você
Que aparentemente possa demonstrar / Desconfiança
Não questione / Afague seus lamentos
Apenas lhe pareça amigável / Faça dele um amigo
 Talvez / É disso que ele precise
 Não precise dizer nada / Sorria 
Apenas escute / Maior acalento 
Seu tempo precioso / Servindo
 Estará a serviço do amor / E da paz interior

A MORTE PARA TODOS - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ

Eu não vejo necessidade / É tão simples
 De tanta babaquice / Gente hipócrita
 Por parte de algumas pessoas / Que fazem questão
 Não resta alternativa / Comportam-se desta forma
 Senão a morte para todos / Ou quem sabe... Para alguns
 Com esta certeza / Fato
 Já nos faz refletir tanta coisa / Somos nada 
Não é mesmo? / Concordo
 Existe gente por ai / Dizendo que faz a caridade
 Que não fala / Humilha
Com uma pessoa se ela for pobre / Sem status
Colocando a posição social / Esta é convicção dos homens
Acima de qualquer coisa / Achar que não existe o amanhã...
Não importa caráter / O que vale é mostrar
 Honestidade / Sem valorizar
Se tiver uma boa conta bancária / Olha o Ter
Tudo certo / Combina com minha babaquice
Pode ser um grande canalha / Gente boa
 Mesmo assim se leva para a casa / Faz honrarias
  Oferece-lhe bolinhos com café / Ou caviar, será que dá...
 Com direito a sala / Sem pagar
 Família reunida / Sem felicidade 
Olhando a figura / Atípica
Como se fosse um animal no zoológico / Enjaulado em uma sala

A FILOSOFIA DO TEMPO - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ



Não se comova por qualquer conversa / Boatos existem
Analise / São meras intrigas
Pense / Isso é possível
Reflita / De onde está partindo
Investigue a origem daquele fato / Verídico
Daquela notícia / O momento é fático?
Saiba quem está espalhando / Intriga, oposição, quem afinal...
Aos “quatro ventos” / Largam a filosofia do tempo
O que está por trás daquela manchete / Dinheiro, desavença...
Tão intrigante / Às vezes estimulante
Não acredite facilmente em tudo / Existem os falsos profetas
Pode ser um engodo / Lama saindo do esgoto
Alguém / Quem...
Querendo se aproveitar de sua fragilidade / Perceba
De uma possível perda / Fatalidade para uns, alegria para alguns
Dê um tempo / O tempo é o senhor das verdades
Para qualquer resposta / Tem que ter uma excelente pergunta
Seja positiva ou negativa / Responda a altura