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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

MINHA CIDADE



Queria minha cidade arborizada
Cheia de vida
Sem ruínas, sem abandono
Solta sobre os mares
Brisa leve do passado
Retornando aos poucos
Para minha cidade...

Ontem, minha cidade
Era valorizada
Um povo mais unido
Em prol do bem-estar de todos
Juventude nas praças
Bairros organizados
Casas pintadas, cuidadas
Num espaço histórico

Hoje, transformaram
Em duas cidades
Uma que carrega o peso das ruínas
Rachaduras e descaso
Outra que cresce
Por mãos que trabalham fora
Fazendo do lugar
Um descanso

Um dia quem sabe...
Terei orgulho de falar
Da minha cidade...
Não pensar, que esta cidade
Faz os seus
Saírem para longe
Refugiar-se onde não queria
Por lá...
Nada tem, nada acontece...
Ou pouco vinga...

 

Um comentário:

  1. Minha Prima

    O teu desabafo está neste momento ecoando por este Brasil afora, sei o que estás sentindo, infelizmente, administradores sem capacidade, colocado pela maioria dos lagunenses, continuarão a castigá-la, mas felizmente, mesmo aos pedaços, ela sobreviverá.

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