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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ENTÃO É NATAL


DESEJO AOS AMIGOS, FAMILIARES AOS QUE VISITAM ESTE BLOG UM NATAL CHEIO DE LUZ, ALEGRIAS E NÃO ESQUEÇAM DE OLHAR O PRÓXIMO NA SUA CAMINHADA DIÁRIA. SE ACHAMOS QUE TEMOS PROBLEMAS OLHEMOS PARA OS LADOS QUE OS NOSSOS SE TRONAM TÃO ÍNFIMOS QUE FICAREMOS COM VERGONHA DE RECLAMAR DIARIAMENTE.. VAMOS DAR AS MÃOS, MÃOS DE CARIDADE.
VAMOS VASCULHAR AS GAVETAS DO EGOÍSMO E PENSAR:



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Garras de mulher - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Entre nuvens surgiste num olhar esfuziante / Olhos de cristal
Meu coração parou por um instante / Morri de amor
O corpo tremeu, arrepiou / Naquele instante
Fui alvo fácil mesmo distante / Subi aos céus


Aproximaste nem perguntaste quem eu era / Ou sabia...
Apenas se apropriasse de tudo / Roubou meus sentidos
Inerte fiquei somente observando / O bailar de teu corpo
Nada falei permaneci mudo / Meu silêncio falou


Algo aconteceu assim / Como nuvem passageira
Roubando tudo de mim / Que tanto temia
Forças não tive para reclamar / Queria amar
Morto fiquei a vagar / Naveguei no mar dos noctâmbulos


Não sabia ao certo quem eras / De onde surgiu
Desse planeta ou outro qualquer / Da esfera cristalina de valores
Sua força era inevitável / Cravou em mim
Suas garras eram de mulher / Presa me tornei

Criação dos anjos - Em Dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Meu amor por ti / Esbanja felicidade
Consome a vitamina diária / Rejuvenesce a alma
Abre os poros de minha pele / Exalando aroma de sândalo
Facção libertária / Criação dos anjos


Meu amor por ti / Vai além 
Revela o mais íntimo segredo / Do querer e do prazer
Fotografa o momento / De um romance
Causa-me medo / Te perder


Meu amor por ti / É amor além da vida
Reinventa um estado eterno / Para não morrer em desespero
Viaja nas cores do arco-íris / Repousa no calor do teu corpo
Arrepia no inverno / Em temperaturas elevadas


Meu amor por ti / Não morre
Mostra-se evidente / O quanto te quero
Além da praia / Surge nas quatro estações
Do sol sorridente / Ardendo em nossos corações

Lilás - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Ser poeta é ficar noites em claro / Devaneios
É enxergar o céu / Sem luneta
Num carrossel de estrelas / Saltitando nos planetas


Ser poeta é sentir dor / Sem ter dor
Andar sozinho / Em pensamentos
Pisar em espinho / Colhendo rosas


Ser poeta é navegar / Sobre ondas
Num mar profundo / Velejando Ilusões
E ser pobre no mundo / Na imensidão


Ser poeta é avistar ao longe / Plenitude de imagens
Aquela pessoa / Miragem
Que nos faz sorrir a toa / Nos embalos da maré


Ser poeta é querer a paz / Instalando-se no coração
É deixar o orgulho para trás / Abraçar a vida
É viver na cor lilás / Em tonalidades vivas

Queixa e dores - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Vem mais próximo sinta / Minhas mãos
O que é envelhecer / É perceber o tempo 
Pode ser melhor / Permanecer jovial
Do que possa parecer / A própria idade cronológica


Vem mais próximo ouça / Quero confidenciar
Os apelos / Reverenciando os teus lábios
As queixas / Que calei
As dores / Carregadas nas entranhas


Não custa muito/ Ouça
Apenas um minuto / Será gratificante
Dê atenção/ Ao meu suplicio
Sincera / Como sempre foi


Não tenha vergonha / Abrace-me
Exponha / As tuas dores também
Fale um pouco de si / Talvez de nós
Do perdão / Que negamos


Não perca muito tempo / Este tempo não espera
Com coisas abstratas / Cheio de rodeios
Eles (nossos velhos) são reais / Com suas queixas e dores

Eira e beira - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Atrás de seus olhos / Há cegueira
Há uma cachoeira / Não é discortinada
Cheia de goteira /  Escorre desgovernada


Atrás de seus olhos / Há mentiras
Há uma vida inteira / Sendo engolida
Sorte verdadeira / Vem sem pressa


Atrás de seus olhos / Surge uma dúvida
Mora uma bandeira / Nunca erguida
Bilro de rendeira / Tradição esquecida


Atrás de seus olhos / Mora um perigo
Flecha certeira / Nas mentiras contadas
Alvo madeira / Língua decepada


Atrás de seus olhos / Há um mistério
Descobri eira / Sem beira
E beira / Sem eira

sábado, 17 de dezembro de 2011

Rio de meus sonhos - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Quando cruzei o rio de meus sonhos / Perdi o chão
me deparei com um amor impossível / Dos meus sonhos acordei
uma rosa cravada de espinhos / Perfumada exalava
uma natureza incompreensível / Jamais imaginei


Quando cruzei o caminho de volta / Percebi
me encontrei em perigo / O caminho cheio de espinho
desprovido de abrigo / Me perdi
alguém em castigo / Preso ao destino


Quando se perde um amor / A vida se esvai
se vai ao fundo / Emerge
se implora a volta / O orgulho flutua em véus
órfão está no mundo / Sem o amor que criei


O corpo não responde o comando / Pensamentos desordenardos
coração vai dilacerando / sangrando
a morte ronda anunciando / A morte de amor sentido
o manto vem abraçando / O meu pranto

O criador se mostra nas ondas do mar - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz




A tarde fica suspensa no ar. / As cores formam arabescos no céu
O horizonte marca o fim do dia. / A lua nasce 
O sol se esconde deixando a maravilha de seus reflexos no mar / Um laranja avermelhado
O barco segue aproveitando a corrente a mercê de suas velas / Some no horizonte


O amor se refaz. A canção nos conforta./ Embalados pelo marulhar 
A dose mais forte da paixão nos desperta para a vida./ Olhos enaltecem com a paisagem
A natureza graciosa nos trás beleza e fé. / Harmonia e o nosso amor transforma
O criador se mostra no vento e nas ondas do mar. / E na beleza que discortino agora

O Espinho e a Mão - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Eu chorei na calçada / Cravaram meu peito
E as lágrimas se foram / Caíndo aos poucos


Eu limpei minha face / Do orgulho retido
Não deixei marcas /  Disfarce do medo


Eu procurei entender meu sentimento / Tudo  tão fugaz
Não dividi com ninguém / Prendi nas fibras do coração


Eu achei o caminho / Rompendo atalhos
Colocando a mão no espinho / Abri meu caminho

Apocalipse e Recomeço - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



As nuvens passam no céu / São flocos brancos a vagar
Nossos pensamentos / Flutuam juntos
Até algo ruim findará  / Num alvorecer lindo


O tempo se encarregará do esquecimento / Adormecido ao vento
Não há sofrimento infinito / Rompem-se nas esferas do amanhã...
Sempre haverá um dia lindo com sol na janela / Refletindo esperança


O algoz não poderá reinar para sempre / Serão engolidos pela beleza
Chegará o fim da odisséia / Os planetas irão eclodir
Uma espécie de apocalipse /  Surgirá 


o ciclo se fechará / O sol dissipará a atmosfera
como mostrará a sábia natureza / Num reluzir de furía
outro tempo virá com ele o recomeço / De uma era sublime

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SUBLIME TEMPO



Quero sempre ter a capacidade de amar
Viver plenamente os momentos
Renascer de situações já vividas
Há este sublime tempo
Que aconchega o vazio d'alma
Na amplidão dos sentidos
Quero sempre ser capaz
De não contar os minutos,
Simplesmente vive-los

Não pedir...
Para tempo...

Quero deixar fluir os anos
Na rapidez de um cometa
Agradecer por tudo e muito mais
Esquecer as arranhaduras
Enxergar o sublime, a fé
Esperança, de estar aqui

Meditando em harmonia e sintonia
Firmadas na própria existência
Ressurgir de tempestades
A bonança instalando-se aos poucos
Aparece um lindo arco íris
Sou sobrevivente do passado
Dos momentos intermináveis
Que terminaram, sobrevivi

Porque na vida temos escolhas
E a minha, é acreditar em Deus.

Feitiço na lua - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Há uma magia em seus olhos / Hipnotiza
Seus cabelos cor de fogo / Vibram matizes
Sua beleza veio assombrar minha vida / Fantasmas de pensamentos


Não há como mudar / Esta forma de feitiço
Não há caminho a seguir / Romperam as barreiras


Há feitiço na rua / Por onde passo
Há feitiço na lua / Refletindo você


Recordo o sol / Aquecendo o Universo
Sua pele bronzeada e macia / Meu olhar a seguir


Sinto um cheiro que vem / Da brisa benfazeja
Na calada da noite / Suspiros de amor


Sei que me queres / Da forma que te quero
Sei que me amas / Em noites de luar


Ao mesmo tempo / Fico pensante
Não sei se este poema / Vai agradar
Fará alguma diferença / Entre as nossas diferenças


Esquecer de mim  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz


Não serei nada / Simples tormento
Nem um balão / Posso ser
 Que sobe aos céus / Deslumbrando o infinito
Se não houver / Você ao meu lado
 tua mão em meu ombro / Caminhando juntos

Não cultivarei nada / Plantação de espinhos
Nem uma planta sequer / Surgirá
Se não houver / Teu afago
 O teu sorriso / Sou mendigo de ti

Não contemplarei nada / Nem o ceú estrelado
Nem a lua cheia / Prateada fletida no oceano
 Nem o mar / Nem a brisa leve
Se por acaso / No ocaso
esqueceres de mim / Colisão de sentimentos

Admiração sem fim  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Admiro sua alegria nestes dias frios / Aqueces meus dias
Admiro seu bom humor / Sorriso solto no ar
 E o requinte / De nossa noite
 Que empresta a minha vida / Doação de coração
Admiro seu jeito / Simples e sereno
De usar as palavras / Brincando com as letras
 De forma doce / Açucarando minha leitura
Admiro sua risada / Vibra feito harpa
De minhas piadas sem graça / Admiração sem fim


Admiro seu corpo / Exalando perfume suave
 E seu bem estar / De ficar aqui
Admiro seu gesto / Suaves e gentis
 A se despedir / Sem adeus
Admiro tudo em você / Nos mínimos detalhes
Admiro até / O que nunca senti
 O que não sou / Torno a ser
 Capaz de observar / Púpilas dilatadas



Loucura de amor  - Em dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz



Eu não fujo de mim / Viajo em pensamentos
Apesar de ser fugitivo de ti / Aproximo meu olhar


Não sei o que sou / Apenas um apaixonado
Na loucura desse amor / Há devaneios


Já explodi pontes / Atravessei os sete mares
Morri entre pedras / Flutei nas águas


Me acovardei / mentido as verdades
Me prendi / São teus encantos


Não soube me soltar / Entrelacei os sentimentos
Não soube voar / Encolhi minhas asas


Não desejo sair /  Daqui nem de ti
Nem quero cair / Somente nos teus braços


Ainda quero esse amor / Sentir o calor
Com todo dissabor / Em loucuras de amor

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

DÓ, RÉ, MI..... Em dueto Afonso Prates da Silva e Sandra Queiróz


i muito a verdade /i também a mentira
Resignação alivia o ser / Ressurge a bondade
Mito de uma lembrança / Migalhas do passado
Falência do amor / bulas e contos
Solitário como a sombra/ Solto qual vento
Lateja no âmago /grimas escorrem
Silêncio da alma. /Silhuetas soltas

Dominar o dominante,/Domínio feito
Requisitar o seu lugar,/ Refúgio d’alma
Minimizar o desespero / Minúscula dor
Fadado ao tempo / Fascínio ressurgindo
Soltar as amarras / Soletrar a vida
grimas de sangue / Lamaçal vertente
Sigilo da vida./ Silêncio emergindo


SOLIDÃO - Em Dueto Afonso Prates da Silva e Sandra Helena Queiróz Silva


Entrou pela porta / Aquietou-se
Na mansão do tempo / Das incertezas que sinto
Criando raízes / Profundas e fortes
Deixando amarguras /Arranhaduras no peito

Infligindo normas / Impondo leis
Quebrando paradigmas / Verdadeiro enigma
Espezinhando a dor / Dores espezinhadas
Marcando o sofrimento / De um amor fugaz.

Rapidamente saia / Não volte jamais
Da vida alegremente / Essência sublime
Deixando rastros / Que espalhei
De infinitas lembranças/ Desta minha solidão

O SABOR DE UMA SAUDADE - Em Dueto Sandra Queiróz e Afonso Prates da Silva



Quem atreveria dizer/ Uma só palavra

Que sabor tem a saudade../ Inesquecível

Será salgada / Talvez 

Amarga / Provável

Doce / Como a vida

Saborosa / Como um néctar 

Somente sei / Que compreendi

Que o aroma /  Forma-se

Exala / E propaga-se

Fragrâncias / De flores

Suaves / E agradável

Fortes / Embriagadora

Marcantes /  Como o tempo

Fugaz / Como o ar que respiro 

Esta saudade.../ Que consola

Adormece o peito / Sofrido

Deixando sabor / Amenizado

De quero mais / Por favor

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

SOMOS TODOS IRMÃOS - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ



Todos como irmãos / Devemos unir nossas forças
Cada um procurando viver uma vida / De forma digna, natural
Alicerçada na paz e no amor / Estimulo único para harmonia
Tendo compaixão pelos filhos / Acolhendo no aconchego no peito
 – sabendo criá-los / Por um mundo melhor
Sob a égide da generosidade / De gestos humanos
Da solidariedade / Da mão estendida 
 Do respeito pelo ser humano / Ver o verdadeiro Ser
Viver em busca de um ideal / Sem máscaras
- lutando por ele / Por um ideal
Com as “armas” justas / Lealdade e honestidade
Sem qualquer subterfúgio fraudulento / Para não ser um camaleão...

A PROCURA DO NADA - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ


Se todos tivessem sensibilidade / De procurar algo
  Soubessem viver com harmonia / E deixar o outro viver também
 Nossa sociedade seria muito melhor / Sem os vícios que temos hoje
 Não houvesse tanta ganância / Um olhar mais fraternal
 As pessoas pudessem viver / Sem tantas mentiras
Sem estarem sobressaltadas / Por modismo
Pensando que vai acontecer algo ruim / Poderá...
 Um padrão de vida mais simples / Preferência pelo útil
 Sem ostentação./ Largar o fútil 
Alguns podem pensar que tudo isto é utópico / Algo lúdico
 E que jamais acontecerá na prática / Mude seus atos 
Não posso aceitar todo este conflito / Que a humanidade sofre
 Deixando o ser humano / Egoísta
Cada vez mais afastado dele mesmo / Próximo de um vácuo
 Numa procura incessante / Por ele mesmo
 De coisa nenhuma / Ou de qualquer coisa...

PORTO SEGURO - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ


Se você encontrar alguém / Olhe nos olhos
 Que lhe peça ajuda / Ajude
Estenda a mão / Deixe atracar o seu barco
Ofereça seu porto seguro / Lance ancora
Aquela fortaleza / Que é você
Que aparentemente possa demonstrar / Desconfiança
Não questione / Afague seus lamentos
Apenas lhe pareça amigável / Faça dele um amigo
 Talvez / É disso que ele precise
 Não precise dizer nada / Sorria 
Apenas escute / Maior acalento 
Seu tempo precioso / Servindo
 Estará a serviço do amor / E da paz interior

A MORTE PARA TODOS - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ

Eu não vejo necessidade / É tão simples
 De tanta babaquice / Gente hipócrita
 Por parte de algumas pessoas / Que fazem questão
 Não resta alternativa / Comportam-se desta forma
 Senão a morte para todos / Ou quem sabe... Para alguns
 Com esta certeza / Fato
 Já nos faz refletir tanta coisa / Somos nada 
Não é mesmo? / Concordo
 Existe gente por ai / Dizendo que faz a caridade
 Que não fala / Humilha
Com uma pessoa se ela for pobre / Sem status
Colocando a posição social / Esta é convicção dos homens
Acima de qualquer coisa / Achar que não existe o amanhã...
Não importa caráter / O que vale é mostrar
 Honestidade / Sem valorizar
Se tiver uma boa conta bancária / Olha o Ter
Tudo certo / Combina com minha babaquice
Pode ser um grande canalha / Gente boa
 Mesmo assim se leva para a casa / Faz honrarias
  Oferece-lhe bolinhos com café / Ou caviar, será que dá...
 Com direito a sala / Sem pagar
 Família reunida / Sem felicidade 
Olhando a figura / Atípica
Como se fosse um animal no zoológico / Enjaulado em uma sala

A FILOSOFIA DO TEMPO - EM DUETO ATHANAZIO LAMEIRA E SANDRA QUEIRÓZ



Não se comova por qualquer conversa / Boatos existem
Analise / São meras intrigas
Pense / Isso é possível
Reflita / De onde está partindo
Investigue a origem daquele fato / Verídico
Daquela notícia / O momento é fático?
Saiba quem está espalhando / Intriga, oposição, quem afinal...
Aos “quatro ventos” / Largam a filosofia do tempo
O que está por trás daquela manchete / Dinheiro, desavença...
Tão intrigante / Às vezes estimulante
Não acredite facilmente em tudo / Existem os falsos profetas
Pode ser um engodo / Lama saindo do esgoto
Alguém / Quem...
Querendo se aproveitar de sua fragilidade / Perceba
De uma possível perda / Fatalidade para uns, alegria para alguns
Dê um tempo / O tempo é o senhor das verdades
Para qualquer resposta / Tem que ter uma excelente pergunta
Seja positiva ou negativa / Responda a altura

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

ALVORADA – Em dueto Sandra Queiróz e Afonso Prates da Silva



O sol rompendo a/ madrugada
Resistências das nuvens
/ colorindo a aurora
Tinge o céu de vermelho escarlate
/ prenúncio de vida

A natureza acorda sonolenta
/ num compasso de espera
Com o despertar da passarada
/ num alegre gorjeio
Que harmoniosamente executa
/ melodias angelicais
Um hino de louvor ao dia
/clamando graças ao Senhor.

Os primeiros reflexos
/ de luz
No mar é lançado
/ espelhando a natureza
Seus raios fulgurantes
/ cintilam emergindo do mar
No grande espelho refletido
/ no azul do universo
Dançando a valsa da brisa
/ harmonizando o paraíso.

As ondas entrelaçadas
/cruzam os mares
Debruçam suas espumas
/ como flocos de neve
Que vem beijar as praias
/ e se esvoaçam ao sabor dos ventos.

Este deleite do nascer do sol
/ soberbo espetáculo
De mansinho
/ vai clareando aos poucos
Inundando de infinita beleza
/ e esperança
Para sempre levou
/ a angustia reprimida
Aquela minha secreta
/ paixão angustiante
Intensa
/ forte e abrasadora
Tristeza...
/ sem fim...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Vertigem - Em dueto Atanazio Lameira e Sandra Queiróz


Na fantasia de uma noite / Voei para longe
Na beleza estonteante / Te procurei
De seu rosto / Recebi um sorriso
...
Coisa linda / Tão perto cheguei
Seus passos / Seguiram os meus
Suas pernas / Cruzaram-se nas minhas
Na avenida / Seguimos lado a lado

Não há similar / Somente presença
Na natureza / Percorri florestas

Você é uma princesa / Sonho, fantasia
De olhos grandes / Suspiras amor

Flor que só brota / No coração de um homem
Em mata virgem / Relva a explorar

Vira vertigem / Emudeço
Quando a vejo / Enlouqueço
Sorri / Vertigem plena

Seus braços no ar / Sinais de felicidade
Gestos / Sutis gestos
A perfurar meu coração / Fixando-se feito tatuagem

Nem as paredes confesso

Rias de mim - Em dueto Atanazio Lemeira e Sandra Queiróz

Rias assustada / Sem saber o que fazer
Sem mostrar os dentes / Caminhavas depressa
Passavas sem olhar / Cega estavas
... Passavas quais dementes / Pensamentos dissolvidos nos voos
Tu festejavas/ Não sei o que
Tu eras tudo/ Somente em mim
Tu foste indo/ Te perdeu
Tu caíste no mundo / Distancias longíquas
Quantas nuvens nebulosas / Passaram aqui
Tantos olhos tristonhos / Chorei por ti
Por que sumiste assim?/ Sem se despedir
Deixastes os sonhos / Que moram em mim
Sofro em noites intermináveis / A procura de ti
Suspiro só em quatro paredes / Secreto segredo, momentos meus
Onde estará a mais linda flor? Num jardim, florindo
Espero em campos verdes / Verdejantes e belos
Tudo aqui é triste sem você / Perdi meus sonhos
Arrume uma desculpa qualquer / Não rias de mim
Corra para onde estão os meus braços / Te espero sem fim
Desfolhe o bem-me-quer / Que ainda há em mim
 


domingo, 20 de novembro de 2011

O meu amor / Música

A flor da pele - Em dueto ( Athanazio Lameira e Sandra Queiróz)

A minha mão está tão trêmula / Sinais de fragilidade
Meu corpo tão agitado / Pensamentos desalinhados
Encontro-me perdido / Na imensidão das palavras
... Encontro-me exilado / Preso e liberto
Minha cabeça está afastada de meu corpo / Flutuo entre o arco-íris
Meu coração simplesmente bate em ritmo acelerado / São batidas de coragem
Não sei o que se passa comigo / São vertigens de um amor perdido
Não posso entender a razão de tudo isso / Emoções afloram na pele
Sei que quero viver / No aconchego deste carinho
Sei que não posso morrer / Sem viver este amor
A calmaria está longe / As tormentas estão em minha cabeça
Meus nervos estão à flor da pele / Eclodirei na imensidão
A harmonia se transforma em caos / Perturbando meus anseios, devaneios
Tudo gira / Em torno de nós
Fico tonto / Embriago-me da tua seiva
Fico solto, mas inerte para sair deste momento / Entrando no teu mundo
Procuro viver / Sem pensar
Procuro sair / Para não entrar
Porém não há cais / Vejo um abismo
Não há caminho / São atalhos
Tudo se resume em mim / Quem sabe em nós
E de mim não há portas / Abrirei suas janelas
Sonhar talvez seja / Um reluzir de matizes multicoloridos
A única solução ou gritar deste abandono / é procurar por você em mim...
 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Laura Pausini feat Phil Collins (Live) - Separate Lives - Duetto



BIBLIOTECA ( em dueto Sandra Queiróz e Athanazio Lameira)


Este livro amarelo que analiso/tem a impressão digital do autor
Repousavam nas estantes de cultura/ a procura de alguém
Quanto tempo perdido foi preciso/ na feitura de uma palavra
Aclara a mesa lúgubre de imbuia/a visão metafórica
Trazendo do passado velhos temas/rejuvenescendo agora
Galopando no tempo sem regresso/sapateia o visionário
O tempo arquivo, soberano e mudo/trás rugas sem bisturi
Arquiva a força e a beleza alada/do cavaleiro atroz
Aprende criatura que recusas tudo/ que a morte é voraz
O tempo só faz velho e mais nada/ainda que possa acreditar ao contrário
Da quietude mortal da biblioteca/ guarda a cantiga e o tom na nova era
A sala está sombria e misteriosa/veneno aguardando o gole
Exalam raciocínios ajuizados/ pecado invisível
Alguma coisa estranha a gente vê/sou clarividente
Grossos livros se empilham empoeirados/ esperam o apito do trem
A luz tênue e indiferente/penetra na fresta da porta
Guarda Tesouros sabiamente nos livros finos/ sabedoria muda
Grossos, balofos /amarelados pelo tempo
Chorando luto e lágrimas de mofo/ esperando socorro do leitor.

MINHA CIDADE



Queria minha cidade arborizada
Cheia de vida
Sem ruínas, sem abandono
Solta sobre os mares
Brisa leve do passado
Retornando aos poucos
Para minha cidade...

Ontem, minha cidade
Era valorizada
Um povo mais unido
Em prol do bem-estar de todos
Juventude nas praças
Bairros organizados
Casas pintadas, cuidadas
Num espaço histórico

Hoje, transformaram
Em duas cidades
Uma que carrega o peso das ruínas
Rachaduras e descaso
Outra que cresce
Por mãos que trabalham fora
Fazendo do lugar
Um descanso

Um dia quem sabe...
Terei orgulho de falar
Da minha cidade...
Não pensar, que esta cidade
Faz os seus
Saírem para longe
Refugiar-se onde não queria
Por lá...
Nada tem, nada acontece...
Ou pouco vinga...

 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O tempo e a Lua ( Dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz)



A lua cheia / Prateava o mar
Quem diria via / Reluz minha amada
O que eu não via / Teus olhos brilhantes
Nosso amor partia / No marulhar
Na madrugada fria / Aquecidos pelo amor
Fiquei e sentia / Teus abraços
 Saudade / Uma lembrança
Doía no coração / Saudade latente
 Lia as batidas / Pulsação descompassada
 Agonia / Desatino
Não houve jeito / Voltei ao mar
 Tardia / Ou breve
Nem a lua / Nem o tempo
 Mais vigia / Corria
Só o tempo / Parou
 Existia / Duas vidas
 O amor / Almas gêmeas
 Virou guia / No infinito...

Não fosse flor ( Dueto Athanazio Lameira e Sandra Queiróz)



Essa flor / perfumada
Cantada flor / dos jardins
Não traz você / em dias tristes...

Essa flor / cheiro de amor
Pássaro flor / beija-flor
Não voa você / não voa eu

Essa flor / exala alegria
Covarde flor / no meu peito desabrocha
Não fala você / meu bem-me-quer

Essa flor / floriu aos poucos
Poeira flor / sopro de vento
Padece você / lágrimas caídas

Essa flor / enaltece
Gelada flor / pálido caule
Entristece você / murcha com tempo

Essa flor / estar por cair
Não fosse flor / flor não seria
Não seria você / muito menos eu...

sábado, 12 de novembro de 2011

DOIS POETAS E UMA POETISA EM DUETOS


 Chegando com força total com sua participação em Duetos.  Apresentando um novo mestre na arte de escrever.
O POETA - ATHANAZIO, MARIO FERNANDES LAMEIRA

 FOTO - ATHANAZIO, MARIO FERNANDES LAMEIRA E SUA ESPOSA SÔNIA CARPES

Meu querido primo, poeta e músico, Afonso Prates da Silva
 Compartilha também com seu talento e sensibilidade na escrita, surgindo os belos duetos 
lidos neste Blog.



Momentos de reflexão interior


Construção do poema ( Em dueto Atanazio Lameira e Sandra Helena Queiróz Silva)



Há um poema a ser construído / Um esboço de vida


Na margem do rio / Desliza sobre a água


Na criança que nasce / No poema que ressurge


Num assovio / Pela brisa da relva





Há um poema a ser construído / Sua base está firmando solo


Na beira do cais / Pôr do sol surgindo


No vento que sopra / As palavras ao relento


Nos canaviais / Debulharam amarguras





Há um poema a ser construído / No cais dos sonâmbulos


Na lágrima que caiu / Com a chuva fina


No amor que findou / brindando dois corpos


No coração que partiu / Deixando saudades.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

AMOR, AMOR, AMOR


A CHAMA DA VIDA

Minha vida, tua vida
Nossas vidas
São chamas que aquecem
Nossos corações ardentes
Apaixonados
É a vida em chamas
Corpos despidos
Roçar de pernas
Bocas degustando
Beijos apaixonados
Suspiros aliviados
Enaltecendo as grandes chamas 
De felicidade...
São chamas que me chamam
Chamamos, deliramos
Em êxtases sublimados
Sou quem tem chama
Através da chama da vida
Deste chamamento nos tornamos
Eternos enamorados.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

INVOCAÇÃO


QUEBRA-CABEÇA DA VIDA

Muitos contos já contaram
Minha história refez
Formando peças 
Quebra-cabeça
Mil peças
Sem ao menos saber 
Por onde começar
Entre as peças
Uma chamava atenção
Tinha um brilho
Um "QUE" de verdade
Era a figura de Deus
Em oração fui remexendo
Montando e comecei
Desfazendo um conto
E por fim...
Refiz minha história
Perdida estava
Empoeirada pelo tempo
Deixei esquecida
Cai a cortina da saudade
Abre-se o palco da vida
Encenei várias peças
Desfiz alguns atos
Encontro-me em aplausos
Por vencer as adversidades
Dos momentos que tive que passar
Montando o quebra-cabeça
Verificando que somos
Vários pedacinhos 
Encaixam-se  
Tempo
Etapas
Idade
Amores
Saudades
Lembranças
Formei uma linda história
Com começo e meio
O fim deixará para outro plano
Quem sabe...
Os contos serão direcionados
As histórias refeitas
Em outras vidas...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Música


Bosque Poético


Soltando as linhas do pensamento
Distancie-me dos caminhos que percorria
Adentrei nos bosques poéticos da minha mente
Estrofes e versos bailavam
Embriagando minha vida com os sabores 
Que a poesia permeia quando escrevo
São condões mágicos que volitam...  
Nos fios de lembranças longíquas
Sou um pouco de tudo...
Neste ar que respiro 
Solto-me das amarras
Percorrendo os caminhos deste bosque
Escrevendo
Lendo
Versando
Poetando
Com gravetos em folhas amareladas
Caídas pelo vento, sopradas ao relento
Caindo pouco a pouco no chão 
Transformando-se em soneto

sábado, 17 de setembro de 2011

VANESSA DA MATA / AS PALAVRAS

A PALAVRA EM DUETO AFONSO PRATES DA SILVA E SANDRA HELENA QUEIRÓZ SILVA


 A palavra ameniza / Sofrimentos 
A palavra maltrata / Derruba 
A palavra cura / Com orações proferidas 
A palavra amaldiçoa / Pela inveja 
A palavra fere/ A autoestima 
Pense uma palavra / DEUS 
Pense a vida sem palavra / Silêncio 
Pense uma palavra sem vida / Vingança 
Quem até hoje não disse uma palavra / Muitos que se calam 
Quem até hoje não ouviu uma palavra / Os que não procuram 
Quem até hoje não precisou de uma palavra/Os sem esperança 
O amor começa com uma palavra / E com gestos 
O amor termina com uma palavra / Pela falta de respeito 
O amor sofre com uma palavra / Pelo descaso 
A vida é uma palavra / Significado único 
Perdida no tempo da palavra / Tornar-se um monologo 
Procurar a palavra certa/ Está dentro de nós 
Entender uma palavra / Vivenciando a vida 
Rezar pela palavra / É a fé evidenciada 
Acreditar na palavra / Ser otimista 
Morrer pela palavra / Edifica a morte 
Somente uma palavra / Nos eleva ou rebaixa   

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Choro frevado - Caiçara


CAIÇARA EM DUETO




O dia amanhece/O sol desponta
Tarrafa nas costas/ Alegria de viver
Lá vai o  caiçara / Batalhar pelo alimento 
Rumo ao mar / Rumo ao mundo                                                                                                                                                                                                                                                 
Vai buscar o sustento / Escutando o marulhar
Mãos calejadas/ Perdidas noites
Corre  a orla  da praia/ Olhos fixos para o mar
Sol castiga a pele/ rugas de marcas infinitas
Pés descalços na areia/ Caminha para o lar
Todos os dias  repete/ A labuta de cada dia
Guiado pelo chamar das correntes / Em dias de sol e chuva fina
Uma tarefa que a vida / Sem contar os momentos
Lhe impôs por capricho/ Um caiçara a beira mar
Vê o tempo passar / Solitário continua
Marca as horas / Esquece do tempo
 Areia escaldante / Ondas a quebrar                                                                                                       Nas sombras das pedras/ Olhar para o mar
O cantar das gaivotas/ Anunciação para pescar
No refluxo da maré/ Canoa de esperança
Fim do dia retorna a casa/ A fome vai saciar
Com  frutos retirados do mar/ É um brindar
Missão cumprida/ Fadigado está
Vai descansar / Na beira da praia... vai sonhar...
Afonso Prates da Silva / Sandra Helena Queiróz Silva

domingo, 4 de setembro de 2011

musíca / fado


SILENCIO O ECO DO MEU SOLUÇO


VEIO DE UM JEITO
INSTALOU
AQUIETOU
NESTE PEITO 
UM SOLUÇO 
ECOANDO DENTRO D'ALMA
NAS ENCOSTAS DOS CAMINHOS 
PERCORRIDOS PELO SOM
DA VOZ QUE CALEI
SÃO PALAVRAS QUE ESCUTO
PRESAS FEITO LÍQUENES QUE BROTARAM
NOS MÚSCULOS DO CORAÇÃO
 FIOS ENTRELAÇADOS
ECOADOS POR SONS QUE SAEM
DE BOCAS 
QUE FAZEM QUESTÃO DE PISAR
MACHUCAR
DEIXANDO MARCAS
CICATRIZES DE MÁGOAS
QUE INSISTEM FICAR
ENTÃO...
 SILENCIO
O ECO DO MEU SOLUÇO
NOS ABISMOS QUE CRIEI
ATIRANDO
NUM ESPAÇO 
SEM LIMITES E SEM FIM...
PARA QUE O MESMO
SE PERCA
NÃO ENCONTRANDO 
O ECO DO RETORNO
PARA NÃO ATINGIR
AS FIBRAS QUE SEGURAM
O MELHOR DE MIM
COM SUAS LANÇAS
PONTIAGUDAS
PARALISANDO-ME
SILENCIO O ECO DO MEU SOLUÇO

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mãe um fado um encanto


ANGÚSTIA DE MÃE / DUETO

Certa manhã eu vi uma mulher, fragilizada pelo descaso 
Envelhecida pela angústia, deste mundo dúbio 
Com as mãos, abafava o sofrimento que trazia no peito 
O soluço da dor. Implorando por um mundo melhor 
Trazia no colo um tesouro, uma criança pálida 
Ofertado por Deus. Em missão de esperança 
Olhar distante corpo esquelético, olhos brilhantes 
Procurava descanso, acalento 
Na sombra de uma velha figueira. No descanso do colo de mãe 

A criança sugava voraz, o único alimento 
No frágil peito tentando saciar a fome, da sobrevivência necessária 
Com o leite da vida, sopro de esperança 
Castigado pela miséria, mal conseguia saciar-se 
Não vertia mais, só um sugar vazio 
Obrigando a mãe no desespero a chorar em desconsolo 
Suplicar misericórdia aos céus. Para mais um ser sobreviver 

Um ancião que passava, com olhar fraternal 
Disse-lhe: 
Tens no colo, minha querida 
O bem mais precioso, um filho 
Quantas pessoas não trocariam, este presente divino 
Uma vida de festas e esplendor, neste aconchego que carregas contigo 
Por tua ansiedade, miséria e amargor alimentas com todo amor 
Invejando-a pelo tesouro que Deus lhe enviou 
Na sua infinita bondade a ti presenteou, aos cuidados de ti precisará 
A elas, a natureza negou. Sem consolo e sem amparo 
Acalma-te, amanhã o sol surgirá a alvorada trará a imensidão 
Como uma nova esperança encherás de fartura o teu seio 
E a vida, continuará, com o teu leite a jorrar 
Através do amor, que mesmo débil, na fé que carregas 
Nunca deixastes faltar. O amor que Deus te presenteia 

(Afonso Prates da Silva) (Sandra Helena Queiróz Silva) 

sábado, 27 de agosto de 2011

SOLAMENTE UNA VEZ


SOMENTE UMA VEZ


SOMENTE UMA VEZ
APROXIMAS DE MINHA ALMA
ENXERGA A LUZ 
ESTE BRILHAR
A LUZ DO MEU AMOR
ENVOLVENDO O TEU CORPO
NO REFLEXO DOS MEUS OLHOS
NA IMENSIDÃO DESTE AMAR

SOMENTE UMA VEZ
TRANSPIRAREMOS
POR NOSSA PELE
ENTRE OS NOSSOS POROS
O PERFUME DE FLORES
TRANSFORMANDO 
NOSSOS DESEJOS
EM SINFONIAS DE LOUVOR

SOMENTE UMA VEZ
SOLTAREI MINHA VOZ
GRITANDO AO VENTO
O AMOR QUE TRAGO 
AQUI DENTRO
IMPLORANDO POR TI
EM MIM
SOMENTE UMA VEZ