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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Rita Lee - Amor e Sexo

AMORES SOTERRADOS


Tempestades de ilusões
Emoções vividas
Escondidas em um porão

Porão de sentimentos
Revirados
Soterrados
Amores que se foram
Jamais voltarão

Avalanches
Turbilhões
Amores soterrados
Desilusões

Sobrevivo das lembranças
Saudade sufocada
Lágrima cai não cai
Suspirando

Amores soterrados
Sem terra
Num túmulo de paixões

sábado, 17 de julho de 2010

Misia - Garras dos Sentidos

GARRAS DOS SENTIMENTOS

Nas garras dos sentimentos

Meu corpo agarra-se

Leva-me a loucura

Gavião das alturas

Deste amor desvairado


Esta águia segue a risca

Sobe alto na conquista

Voo certo pro teu ninho

Quando unidas

Voam juntos

E amor lado a lado


Tuas garras e as minhas

Seguram firmes

São nas garras dos sentimentos

Onde alçamos nossos voos

Penhascos em declínio

Minhas asas te abrigam

Sem teu amor

Gavião


Esta águia

Morre aos poucos

Voa em desatino

Em plena solidão.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Misia - Ese Momento

SÓTÃO ( REEDITANDO)

Quando criança existia em meus pensamentos
Um mistério que vinha de um sótão.
Ele ficava na casa da minha avó paterna.
A porta da entrada era curiosa,
Tinha tramela e era cor de rosa.

Suas escadas estreitas e escuras.
A luz era acesa para chegar-se ao
Outro lance das escadas.
Ao chegar ao sótão que era grande,
Abria a janela para ver o que ali escondiam.
Menina curiosa que era, ficava olhando
Em volta daquele enorme quarto, muito bem
Arrumado, encerado.

Lá eram guardados, livros, chapéu, parte do vestuário,
Tinha cama, baú, cadeira, brincadeira.
Na minha imaginação não entendia o porquê ali
Era escondido e secreto.
Com o tempo descobri, que a maioria
Das casas da época abrigava um sótão.

Os arquitetos descobriram que no sótão,
Chegamos mais perto das estrelas,
Olhamos a lua refletida na janela.
Amaria alguém em plena primavera.
Faria dele um aconchego sem medo,
Misturando luares,
Amores, desejos e segredos.





domingo, 11 de julho de 2010

EXPRESSO DA MENTE

Sempre além
Chego ao horizonte
Campos, bosques
Atravesso mares
rompendo o som
Dissipando a luz
Adentrando na imensidão
Viajo na constelação
Sorrisos soltos
Cantoria sublime
Concentração
Intuição
Um mundo sem enganos
Suspenso
Mãos acolhedoras
Esperam na esfera cristalina
Dos valores
Sem dores
Acolhimento de almas
Sintonizados em plena harmonia
Sem pensar ou lembrar
Do dia a dia.
Expresso da mente
Adormecendo
Limpeza da áurea
Purificando a vida
Conquista perfeita
Corrigindo, agindo, prosperando
No preparo para próxima.
Vinda
Que beleza
Assim seja.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Ave Maria Natureza - Paula Fernandes

"O animal selvagem e cruel não é aquele que está atrás das grades. É o que está na frente delas."

enquanto o lamento dos animais sedentos nos vagões de carga
não sejam emudecidos,
enquanto prevalecer tanta brutalidade em nosso matadouros...
todos seremos culpados.
Tudo o que tem vida, tem valor como um ser vivo,
como uma manifestação do mistério da vida."

"Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado,

apenas a sombra de sua beleza perdida. "






"Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos.

A dor é a mesma para eles e para nós
Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.
(Dr. Louis J. Camuti






"Por que é que o sofrimento dos animais me comove tanto?
Porque fazem parte da mesma comunidade a que pertenço;
da mesma forma que meus próprios semelhantes.
(Émile Zola)