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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

UM FEIXE DE LUZ


Senti minha alma gelar, congelava meu corpo
Adormecia meus sentidos
Fiquei perplexa, sem medo
Esperando o desfeche dos calafrios
Pensei,
São bons, ruins
Enfim...
Sou um canal... Canalizei o que estava por vir.
Sentei, orei
Esperando a mensagem surgir.
Idéias brotavam, sumiam.
Ao mesmo tempo refletia sobre o gelo que sentia
Fitei ao longe, muito longe...
Entendendo o grande frio do momento
O calor não fez parte de um elo perdido, suspenso no abismo
Sentia o frio dos sentimentos esquecidos
Repartidos em ganância, sentimentos destrutivos e maldosos
O calor do meu pensamento foi imediatista
Do gelo proporcionado ao ambiente
Conseguindo tirar aos poucos
O desespero, tornando-o um aconchego
Da angústia um breve alívio
Da grande tristeza, imensas saudades
Recomecei novamente, com a mente flutuando em flores
Banhadas em bálsamos de amor
Guiada por feixe de luzes
No final duas almas aquecidas
Entorpecidas, do encontro inesperado
São os murmúrios da alma
Clamando, chorando
Por mãos-escada, tirando-lhes dos abismos
Que em vida não enxergavam

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