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Quem sou eu

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Sou a simplicidade casada com a verdadeira essência de um ser. Venho de uma família onde todos trazem e trouxeram em suas bagagens um código espiritual único e capaz de transformar palavras em frases complexas e simples, que ampliam horizontes e rompem barreiras. Sou filha do vento, da água, da terra e do fogo. Tenho minhas fases e mudo conforme a Lua. Sou a busca do exato, na medida disforme das coisas que vejo, e minha mente transcreve. Hoje criando este blog, mostrarei o que em gavetas escondia. Beleza, sinceridade, sede de transcrever o que minha alma sente ao se deparar com uma folha e um lápis, pois é desta forma que escrevo. Na simplicidade de um canto qualquer, mas com essência pura dos sensíveis.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

BIBLIOTECA



Este livro amarelo que analiso
Repousavam nas estantes de cultura
Quanto tempo perdido foi preciso
Aclara a mesa lúgubre de imbuia
Trazendo do passado velhos temas
Galopando no tempo sem regresso.
O tempo arquivo, soberano e mudo,
Arquiva a força e a beleza alada
Aprende criatura que recusas tudo:
O tempo só faz velho e mais nada...!
Da quietude mortal da biblioteca
A sala está sombria e misteriosa...
Exalam raciocínios ajuizados
Alguma coisa estranha a gente vê
Grossos livros se empilham empoeirados
A luz tênue e indiferente
Guarda Tesouros sabiamente nos livros finos,
Grossos, balofos.
Chorando luto e lágrimas de mofo.

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